sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

A Panificadora São José

COMO SURGIU A PANIFICADORA (Por Minerval Oliveira)

Na segunda metade da década de 50, os irmãos MARIA CONSOLAÇÃO MENDEZ e CONSOLINE ARAÚJO MENDEZ, ela Gerente e ele Contador da “Casa Bancária D.D. Sampaio”, de propriedade de Diógenes Dolival Sampaio, adquiriram o imóvel onde funcionou o Cine Imperial, de João Paschoal, e instalaram uma moderna panificadora e bar.
Constituíram, então, uma sociedade comercial e industrial, com a inclusão, como sócios minoritários, de MÁRIO REIS NICOLETTI, cunhado dos dois (casado com Fátima Mendez), e o irmão deste, IRINEU REIS NICOLETTI, o “porquinho”.
Por razões que não interessa agora mencionar, quando a “Casa Bancária D.D. Sampaio” foi adquirida pelos Senhores Francisco Cassiano Martins, Genervino Evangelista da Fonseca e Nilo Margon Vaz, na década de 60, o patrimônio da panificadora (edificação, maquinaria e instalações) foi adjudicado à Casa Bancária em pagamento de dívidas, e o estabelecimento teria que ser fechado.
A oportuna intermediação do então Subgerente do Banco do Brasil, Sr. Minerval Benedito Olivedira, que tinha bom relacionamento com os proprietários da Casa Bancária e os devedores, alvitrou a venda do acervo aos irmãos IRINEU e MÁRIO, que constituíram, para isso, nova sociedade, e contrataram o pagamento da dívida em parcelas mensais com juros de mercado. Surge, assim, os NICOLETTI como donos absolutos da empresa, tendo eles resgatado em tempo e integralmente o compromisso.
Por oportuno, lembre-se que o Gerente da Casa Bancária que sucedeu os Mendez foi o competente e correto bancário ALMERI DE PAIVA BORGES, catalano, que assumiu o cargo a convite do Sr. Francisco Cassiano Martins, tendo se exonerado de elevada função administrativa em um Banco em Goiânia.
IRINEU NICOLETTI, já residia em Catalão, tempos antes, como comprador de porcos (daí o carinhoso apelido) para exportar para abatedouro do interior de Minas, de onde vieram, Mário, o pai e o irmão mais novo.

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