quarta-feira, 31 de março de 2010

Estudantes


Estudantes do colégio Mãe de Deus em início da década de 1950 (?). ao fundo a torre da capela do colégio. Da esquera pra direita: Marlene Aires, Lili ( Hotel Matriz), Aparecida Netto Campos, Marlit Mendonça Netto, Edméia Campos, Mª do Rosário Paranhos, Judith Abrão e Mª Aparecida Pires Campos.


Avô Alvim

Álvaro de Mendonça Netto, o Alvim, filho de João Netto e Da. Isabel, com sua neta Paula (filha do advogado Antônio Ribeiro Netto).

Pérola Guimarães

Pérola Guimarães, filha de Portugal Porto Guimarães. Ela é mãe de Jussara (esposa de Jaime)e avó de Rubini (aquele que trabalha no Mara Turismo Hotel). É também sogra de Mário de Castro, o Marim da Construcastro.

2 casas

As duas fotografias a seguir mostram 2 das mais antigas casas de Catalão e que ainda preservam a arquitetura original. A primeira, que pertenceu ao Sr. Mizael Nogueira, pai de Da. Mariinha Chaud (esposa do Prof. Chaud), fica na Av. 20 de Agosto ao lado de onde funcionou, até há bem pouco tempo, o HSBC. Comentários que correm pela cidade dão conta de que ela será demolida para dar lugar a um edifício. Nela mora Da. Nelita Nogueira, também filha de Sr. Mizael. A casa da segunda fotografia pertence à família de Dr. Heber Campos e também fica na Av. 20 de Agosto, ao lado da Farmácia Felicidade. Ali Dr. Heber Campos prestava atendimento odontológico, na primeira janela era a sala de espera e a janela mais à esquerda era onde ficava o consultório do cirurgião dentista. Eu mesmo, em idade infantil, fui cliente de Dr. Heber. As duas casas, que datam do início do século XX, podem ser vistas em fotografias publicadas aqui no NOSSOCATALAO.

terça-feira, 30 de março de 2010

A Estrada de Ferro e a Matança dos Ferroviários

A estrada de ferro, em Catalão, foi inaugurada em 24 de fevereiro de 1913, isso depois de longas batalhas burocráticas e políticas que se arrastaram por anos e anos. Em 1916 as obras da ferrovia já se prolongavam na direção de Ouvidor. Nessa época o alojamento dos ferroviários que trabalhavam na obra ficava no bairro conhecido por Boca da Onça. Na hoje rua Pedro Ludovico, em frente onde funcionou o Julio’s Hotel morava Emerenciana, amante do comandante do destacamento de polícia e amigo do líder e manda-chuva político de então, Isaac da Cunha. Chegando da frente de trabalho, dois ferroviários, ao passarem pela casa de Emerenciana, viram-na, pela janela, em trajes menores se embelezando diante do espelho. Tentado pela cena, um dos trabalhadores fez algum galanteio ao que Emerencina respondeu com rispidez e ofensas. Agredida, fisicamente, Emerencina, após luta corporal com o ferroviário, empreendeu fuga e, perseguida, foi atingida por ele e caiu morta. Efetuou-se, então, busca ao criminoso no alojamento. No enfrentamento um dos soldados caiu morto. A atitude dos trabalhadores de manter silêncio sobre a identidade daquele que matara Emerenciana, iria se mostrar desastrosa. Dias depois do ocorrido, o destacamento policial, adicionado de um bom número de jagunços, comandados por Isaac da Cunha, armaram emboscada aos ferroviários que se dirigiam ao trabalho. Na contenda 12 trabalhadores, inclusive 4 menores, morreram no local. Outros tantos, feridos gravemente, foram levados e receberam atendimento médico em um hospital improvisado no prédio onde viria a ser o Col. N. Sra. Mãe de Deus. O episódio, que ficou conhecido como A Matança dos Ferroviários, ocorreu no dia 5 de fevereiro de 1916. Dos que dele participaram, ninguém foi preso, todavia, não mais que meia dúzia de meses depois, os que lideraram a tocaia tombaram mortos em briga familiar. Para a população isso foi uma prova de que a Justiça Divina tarda mas não falha. (baseado em texto de Cornélio Ramos)

Cornélio Ramos, o Chefe da Estação.
Os funcionários da Rede Ferroviária Federal, chefiados por Cornélio Ramos (ao centro,sentado).
Observem na parede a inscrição 842.230. É a altitude de Catalão. Cornélio Ramos, apesar de mineiro, soube, como poucos, retratar Catalão e sua gente através das letras. Foi membro da Academia Catalana de Letras.
Estação ferroviária em 1926, época de ouro do transporte ferroviário de passageiros.
O transporte de passageiros foi desativado há muito tempo. Ainda criança, pelos idos de 1960, me recordo de, junto com meus irmãos e minha mãe, ter feito uma viagem de São Paulo a Catalão. Em 1974 eu realizei uma viagem a Goiânia, com saída por volta de 20, 20:30 horas. A chegada na capital se deu por volta de 5 da manhã. Era muito demorada, a viagem, em razão, inclusive, das frequentes paradas em todas as cidades que eram servidas pela via férrea. A fotografia acima mostra uma composição fazendo o transporte de minério com destino a Cubatão, em 1990.

sexta-feira, 26 de março de 2010

O Zé do Trem

Personagem que fez parte do cotidiano de Catalão e que até hoje é mencionado quando a conversa trata das figuras folclóricas de nossa cidade. José Antônio de Jesus, o popular "Zé do Trem". À semelhança de outros personagens como o Zalada, Bastião Molafaca, Tõe Patota, Joaquinzim, Boca de Jaú, Quero a Chave e outros, Zé do Trem, também tinha a sua "doidura", como dizem, e o próprio apelido denuncia: nutria verdadeira obsessão por trens de ferro.

De 25 de julho de 1855

As 3 imagens a seguir referem-se a um documento judicial e, embora seja pouco legível, data de 25 de julho de 1855, portanto, antes que Catalão tivesse sido alçada à condição de cidade. De acordo com o Advogado Reinaldo Fonseca, que nos forneceu o documento, trata-se de peça constante em um processo de partilha de terras. Na primeira parte é possível ler o despacho: "Dê-se-lhe"...
Na terceira parte o nome Camillo José de Oliveira Novais aparece várias vezes, inclusive como Escrivão e ao final a expressão: Conferido por mim Camillo José de Oliveira Novais, com a rubrica. O documento, embora conservado, tem a letra manuscrita, como dizem, semelhante à letra de médico, o que dificulta a leitura.

Nicolau Abrão

Nicolau Abrão, Da. Samira, os filhos Fátima, Nazira, Nager, João, Zacarias e Paulo. No colo de Da. Samira me parece ser o neto César (Art Festas). Nicolau Abrão, ilustre e respeitado integrante da colônia árabe em Catalão, natural de Safita, foi próspero comerciante no ramo de gêneros e variedades domésticas. Foi fundador, entre outros estabelecimentos comerciais, do supermercado Supernicolau. Dos filhos, apenas Fátima, Nazira e Paulo são vivos.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Cine Guarany

Fotografia interessante da Av. 20 de Agosto, pois mostra, à esquerda, o Cine Guarany, mais conhecido como o Cinema da Diva, numa menção à sua proprietária e que foi construído na década de 1930. Acredito que por esta época ele já estivesse desativado. Em seguida, a casa que foi de José Afonso Aires e que hoje é ocupada pelo SIMECAT. Do lado direito, a casa que foi de Cyro Netto. Esta fotografia, arrisco a afirmar, é do início da década de 1950. Bem ao fundo a casa de Da. Matilde Margon, exatamente como ainda é hoje, local, inclusive, onde aconteceu um dos crimes mais bárbaros da história recente de Catalão: o assasinato do Adv. João Margon.

Desfile


Desfile em comemoração ao 20 de Agosto. O local é a Praça Getúlio Vargas, em frente ao hoje Banco Itaú. Nesta ocasião o imóvel era ocupado pela Catalão Distribuidora de Automóveis Ltda.
Particularmente, me recordo que ali era uma concessionária Volkswagen, na década de 1960. Resta saber se antes disso, teria sido uma distribuidora de outra marca. Um outro detalhe é que pode-se ver que a casa construída por Diógenes Sampaio, na década de 1930, ainda está presente (ao fundo, à dirteita). São detalhes que, pesquisados mais a fundo, podem revelar a época do registro.

30 anos depois

A mesma esquina mostrada na fotografia abaixo com uma diferença de, aproximadamente, 30 anos. No muro à esquerda, propaganda política, creio, de Fernando Netto para Deputado Federal / Iris para governador / Maguito para senador. Esta eleição ocorreu no ano de 1998. Íris foi derrotado por Marconi Perilo. Maguito foi eleito e cumpriu mandato até 2006.

quarta-feira, 24 de março de 2010

A esquina do Hospital

Esquina da Av. 20 de Agosto com a hoje Rua Nilo Margon (antiga rua Madre Esperança Garrido) onde fica o Hospital São Nicolau. Observem que a rua está sendo preparada para receber os bloquetes. Bem ao fundo é possível ver o galpão onde funcionou a Máquina de Beneficiar Arroz de João Farid, avô de Ricardo Safatle. Na esquina com a praça D. Emanoel (a pracinha) ficava o armazém da família de João FArid que era administrado pelos filhos Mário e Natália. Fotografia de fins dos anos 1960 início de 1970

20 de Agsoto

Desfile de 20 de Agosto por volta de fins da década de 1940, início de 1950. O local é a esquina da Av. 20 de Agosto com a Rua Randolfo Campos, onde hoje está o Banco Real. Observem que alguns imóvies ainda não haviam sido erguidos, como por exemplo, o Colégio Anchieta e o Edifício Heloísa que abriga, hoje, uma escola de inglês. Ao fundo vê-se o telhado do Edifíco Nasr Faiad.

Oficial da Reserva

Dr. William Faiad concluiu o CPOR (Centro de Preparação de Oficiais da REserva) em 1948, na capital Federal Rio de Janeiro, mesma cidade onde diplomou-se médico pela Escola de Medicina da Universidade Federal Fluminense.

William pai, William filho

William pai e William filho. Além do mesmo nome, ambos abraçaram a medicina. Infelizmente, ambos nos deixaram muito precocemente.

terça-feira, 23 de março de 2010

Trágico acidente

1974 foi um ano trágico para Catalão. Naquele ano 5 catalanos perderam a vida em um acidente automobilístico no chamado Trevo da Morte, em Uberlândia. Hoje o trevo não existe mais, mas enquanto existiu a familia de Delermano não foi a única a ser vitimada. O recorte de jornal acima noticía o triste fato. No acidente morreram Delermando, a filha Jane, o filho Jardel, a esposa Loila e o amigo Wisner.

Rodoviária

Esta fotografia mostra a Rodoviária ao tempo em que ela ficava onde hoje está a Prefeitura de Catalão. Depois ela foi transferida para o alto do Morro das 3 Cruzes.

Praça Getúlio Vargas



Praça Getúlio Vargas na década de 1950. Ao fundo vê-se a sede do CRAC (à direita). No imóvel do centro funcionou uma agência bancária, fato que se repetiu mais recentemente (Bco HSBC). ali funcionou, também, o Bar Taco de Ouro onde havia 4 mesas de sinuca oficiais. Antes disso foi o Comitê de Campanha para Prefeito de Leovil da Fonseca, no início da década de 1960. A casa mais a esquerda pertenceu ao Sr. Misael Nogueira, pai de Da. Jaziva, Da. Nelita e Da. Mariinha Chaud. Nela, hoje, mora Da.Nelita.

Bairro São João

A época é 1920 e a localidade é o Bairro São João, um dos mais antigos e populosos da cidade.

Um avião


João Netto de Campos é um dos personagens mais marcantes da história de Catalão. Político de projeção, pecuarista e agricultor o nome de João Netto sempre esteve ligado a grandes acontecimentos. O avião nesta fotografia, pousado em plena via pública (hoje Av. Dr. Lamartine) era de sua propriedade. Da parceria homem-aeronave surgiram incontáveis histórias. Como a do dia em que ele foi obrigado a fazer um pouso forçado em uma aguada próxima ao Rio Paranaíba pois que adversários seus colocaram água no tanque de gasolina. Esta fotografia é da década de 1950 e o aparelho foi doado por João Netto para auxiliar na construção da Santa Casa de Misericórdia. A propósito, o aeroporto de Catalão leva o nome de João Netto de Campos.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Brasília

A 5 fotografias a seguir registram momentos da construção de Brasília, obra que muito influenciou a vida de Catalão e de catalanos. em seu livro "Geografia da fome" o médico Josué de Castro escreveu:como um instrumento de ação política, estrategicamente colocado, que Brasília vai influenciar de maneira decisiva nos destinos de cada uma das regiões brasileiras, mesmo as mais remotas, as mais distantes dos grandes centros de atividade do país. E nenhuma região será mais beneficiada do que o Brasil Central".
Prova disso foi a construção da BR 050 e da ponte Estelita, ambas fruto do esforço de Wagner Estelita Campos que, como Deputado Federal e presidente da Comissão de Orçamento do Congresso, foi incansável na conquista destas obras marcantes para o desenvolvimento da região.
A catedral
O Palácio da Alvorada e sua inconfundível arquitetura.
Uma capital construída à milhares de pés... e mãos.
Os últimos retoques no Palácio do Planalto
O Congresso Nacional: de palco das grandes transformações da nação para símbolo da degradação da política nacional.

Dr. William Faiad


O médico Wiiliam Faiad, filho de Nasr Faiad que juntamente com seu cunhado Jamil Sebba inauguraram, na década de 1950, o Hospital Nasr Faiad. Casou-se com Marlitt de Mendonça Netto. Faleceu muito precocemente, ao 42 anos, no dia 23 de agosto de 1970 vitimado por enfarto. Esta data é, também, o aniversário de sua esposa.

Marlittde Mendonça Netto

Marlitt de Mendonça Netto, filha de João Netto de Campos e Maria Isabel de Mendonça Netto, futura senhora William Faiad

Cerimônia Religiosa

Cerimônia religiosa do casamento de Marlitt e William Faiad

Cerimônia Civil


Fotografia da cerimônia civil do casamento de Marlitt Mendonça Netto e o médico Dr. William Faiad, com as presenças de Maria Licia Netto Safatle, Da.Dily Mendonça, Dr. Lamartine, Da. Jaziva, Odete Faiad e seus filhos Nora e Jardel, Mário de Mendonça Netto e sua esposa Marly Pires, Dr. Ròmulo (genro de Nasr Faiad) , Sr. Nasr Faiad. O senhor de óculos encostado no portal é meu falecido pai, Advogado Sylvio Roberto Lorenzi.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Cachoeira Dourada

A presença de Cyro Netto na Cachoeira Dourada. Na década de 1950, com a construção da Hidrelétrica que leva o mesmo nome, uma da mais belas atraçoes turísticas de Goiás cedeu lugar ao lago formado com o represamento do Rio Paranáiba.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Paulo Fayad Sebba

Este garotinho é Paulo Fayad Sebba que se notabilizou em Catalão, entre outras atividades, por sua afeição à locução radiofônica. Durante anos, nos estúdios da Rádio Cultura, Paulo Fayad era quem lia, diariamente, as crônicas "Bom dia para você" de autoria de Dr. Jamil Sebba. Formou-se advogado e foi governador distrital do Rotary Club em Goiás. Na fotografia, uma dedicatória dos pais Naim e Estrêla aos compadres Jorge Affiune e Da. Amélia.

Bodas de Prata

As 3 fotografia seguintes são o registro da comemoração das Bodas de Prata do casal Nazir Safatle e Maria Lícia Netto Safatle, ocorrida em setembro de 1972, na residência do Casal. Como acontece em eventos dessa natureza, estiveram presentes parentes e amigos, inclusive os que moravam em outros estados e cidades. Nesta ocasião as festas eram, em sua grande maioria, realizadas nas residências e era tudo muito informal. Hoje, eventos dessa ordem movimentam um grande aparato de decoração, de serviços de buffet e muita burocracia e ostentação.

Da esquerda pra direita: Jamil Sebba e os irmãos Darcílio e Arari de Campos Netto.
Duarante a festa Odete Faiad desfilou seu talento musical, interpretando músicas do cancioneiro nacional sendo observada e acompanhada pelas vozes presentes. Aqui vemos José Sebba Filho (segurando o álbum de músicas). Além dele, as presenças notadas de Divino Aires, Naim Elias, Nazir e Licinha, Wilson Faiad, Nadima Safatle, William Democh, Marlene Safatle, Marlitt Netto, Nancy Safatle, Wanda Faiad Safatle, Lourdes Netto, Vanja Paranhos e outros.

Odete Faiad, Michel SAfatle, Wilson Faiad, Nazir Safatle, Nicolau Abrão e Lourdes Netto (esposa de Silvio Netto de Campos).

Primos

Maria Terezinha Bretas Netto, filha de Cyro Netto e Aída Bretas, e seu primo Francisco Netto de Campos, o professor Chiquinho, filho de Lourival Campos e Da. Felicidade, a Da. Yayá.

Bela fotografia

Fotografia muito interessante, datada de 1948. Uma árvore, típica de cerrado, uma garota, uma igreja... Um sonho? Quem sabe?

quarta-feira, 17 de março de 2010

Caça e Caçadores


A carne de Paca sempre gozou da preferência dos caçadores da região. Na fotografia acima, Chico Cassiano (de joelhos) exibe sua presa ladeado de amigos. Na primeira fotografia, Chico é o que está mais atrás empunhando sua carabina. Nota-se, também, a presença de cães perdigueiros, exímios farejadores, e o preferido entre os canídeos domesticáveis.

Uma magrela


Mauro Silvio Netto, o Mauro do Cartório do 1º Ofício posando ao lado de sua "magrela". Naquela época a marca de bicicletas Philipps era uma das mais vendidas. Seria esta um exemplar da afamada marca?

Em Cachoeira Dourada

Cyro Netto (em pé) em Cachoeira Dourada

Belas Presenças

Nesta fotografia, tirada no interior das dependências da Netto & Cia. (Agência Chevrolet), na década de 1950, as presenças, entre outras, de Alzira, Aparecida, Sumária, Maria das Dores Campos, Júlia Campos, Rássina e Sueda. Se vc consegue identificar mais alguém, escreva um comentário.

terça-feira, 16 de março de 2010

Casas Pernambucanas

Na segunda feira, 15 de março, publiquei uma fotografia das Casas Pernambucanas na época em que funcionava onde hoje está instalada agência do Banco REal. Anos depois, contudo, a loja foi transferida de local e passou a ocupar o imóvel onde hoje está instalada a Drogasil, no Edifício Nasr Faiad. As 4 fotografias a seguir registram, então, as Casas Pernambucanas em seu novo endereço e, pela inscrição em duas delas, a data é outubro de 1945. Outro detalhe que chama a atenção é uma frase pintada na fachada da loja: Tecidos para todos, para o pobre e para o remediado. Esta peça do merchandising de então seria o correspondente a "Tecidos populares e artigos finos", algo mais ou menos assim. Há, também, na frente da loja, um boneco como que convidando a freguesia a adentrar o estabelecimento. Comparando a fotografia que mostra a fachada da loja com a situação do imóvel, atualmente, observa-se que as linhas arquitetônicas e adornos da época ainda são preservados. Por esta época, Maria Affiune era funcionária da loja. Neste mesmo espaço, tempos depois, chegou a funcionar, que eu me recorde, um Bar/Lanchonete (Big Lanche de propriedade de Sebastião Pinto, pai da Tereza do Beg) e uma agência bancária (Caixego). Mais recentemente, tendo o espaço sido dividido, funcionou, também, uma loja da Água de Cheiro. Na extremidade esquerda ficava o escritório de Da. Labiba Faiad, que fazia a contabilidade do Hospital Nasr Faiad e, na extremidade direita, me recordo de uma loja de calçados de propriedade de Geraldo RAbelo, se a memória não me trai, e depois, o escritório de advocacia de Wilson e Fábio Faiad. Posteriormente as Casas Pernambucans mudou-se para onde está, hoje, a Lojas Economia.