quarta-feira, 27 de abril de 2011

Documentos

Documentos são importantes e trazem indícios reveladores acerca da estrutura de determinada sociedade. Documentos oficiais ou, simplesmente, comprovantes de pagamentos de serviços ou produtos, cartas, meros bilhetes contém elementos que servem de parâmetros para comparações, para fazer datação, determinar a estrutura linguística de determinada época, conhecer o que faziam as pessoas, quais eram suas perspectivas e assim por diante. O primeiro documento, datado de julho de 1947 é uma apólice de seguro de vida e o segundo uma Certidão de Nascimento. A certidão pouca coisa mudou. O mesmo não se pode dizer da a´police de seguros.

Tiro de Guerra



As tres fotografias acima são o registro das atividades físicas desenvolvidas pelos participantes do "Tiro de Guerra", em Catalão. Como dito anteriormente, o Tiro de Guerra foi uma modalidade de presta r o serviço militar sem que o alistado tivesse que se ausentar da cidade. Para tanto, o município se encarregava de disponibilizar toda a estrutura necessária com a qual os oficiais do Exército ministravam cursos e exercitavam as práticas inerentes à arma. Nas imagens os alistados fazem demonstrações de habilidades físicas. Curioso: observem na primeira e terceira fotos, um participante murchando a barriga e exibindo seu físico.

terça-feira, 26 de abril de 2011

No palco

A catalana Marlitt Mendonça Netto Faiad tendo ido morar em São Paulo, juntamente com seus irmãos Yedda e Mário, frequentou, na capital bandeirante, escola de artes dramáticas. Lá, contracenou com nomes que viriam a ser grandes estrelas da dramaturgia, entre eles, Hélio Souto e Anselmo Duarte. De volta a Catalão, encenou diversas peças de autores consagrados, entre elas, Dona Rosita e A Falecida Senhora Minha Sogra, cujo ensaio a fotografia acima mostra. Além de Marlitt, participaram Antônio Carlos Braga, Paulo Fayad Sebba, Celi de Paiva e Jales Rabelo.

Teatro

Grupo de estudantes catalanos que formaram um dos tantos grupos teatrais que atuavam nos palcos da cidade nas décadas de1960 e 1970. Na fotografia acima, da esquerda pra direita: Leila Isaac, José Eduardo de Melo, Olymar. De chapéu, Tonica, filha de Sabino e ao seu lado,de camiseta branca, Miguel Maurício Paschoal. Deitado no chão, Heleno Rodrigues. Esta fotografia foi publicada logo no início do NOSSOCATALAO

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Ainda não

E essa fotografia? Ninguém, ainda, conseguiu desvendar de onde se trata. Eu fiz um tour mental por locais possíveis, mas não consegui estabelecer um elo de ligação a lugar algum. Mas não desisti.

Na beira da piscina

Fotografia do início dos anos 1980. Sentado na grama é José Meireles; na cadeira talvez seja Vera Campos; depois, Sandra Campos, Márcio Marcim Marcelino, Sylvim Netto (que físico!); sentado no chão me parece ser Roberto Paschoal, o Betonça. De costas, talvez seja Jair Melo. O local é a piscina do Catalão futebol Clube, o Recreio.

Olegário e filhas


Sr. Olegário Martins Teixeira com as filhas Luzia, Bernardina, Dalva, Anunciação e Terezinha. (cortesia de Marcial Campos Teixeira, neto de Olegário).

D. Clotilde

D. Clotilde (ao centro) com os filhos Luzia, Levi, Nen e Terezinha.
(cortesia de Marcial Campos Teixeira, neto de D. Clotilde)

Familia Borges Tatico

Família Borges Tatico, berço de D. Clotilde, esposa de Seu Olegário cuja fotografia com os filhos, entre eles o Prof. João Martins, foi publicada aqui no blog. (cortesia de Marcial Campos Teixeira, neto de D. Clotilde)

terça-feira, 19 de abril de 2011

Na cidade maravilhosa

O fascínio que a cidade do Rio de Janeiro provoca nas pessoas é algo que vem desde longa data e não é à toa. No tocante a Catalão, o Rio, durante décadas, foi o destino favorito dos estudantes catalanos. Não são poucos os profissionais que lá obtiveram o diploma de curso universitário, são médicos, engenheiros, agrônomos, advogados etc. O turismo de lazer na cidade maravilhosa, também, sempre esteve na pauta das preferências dos catalanos. Na fotografia acima, de 1971, Jair Sebba Fayad, Aloísio Gomides de Campos Netto (um dos que lá se formou médico e que nessa época já era formado), Márcio Hummel, Silvio Salomão, Marion Abrão, Afonso Aires e este último, amigo de Aloísio, é o também médico, Carlos Eduardo. De acordo com Jair, com a confirmação de João Sebba, que nessa época morava no Rio, estão todos em uma apresentação da cantora Elizete Cardoso, no Canecão, uma das mais tradicionais casas de espetáculo da cidade maravilhosa. Ainda de acordo com Jair, Jardel Sebba estaria em uma mesa mais próxima ao palco.
Ficaram todos hospedados no apartamento/república onde moravam João Sebba, Jardel Sebba, Jamil Sebba Filho. Contou-me João Sebba que no dia seguinte ao da fotografia, foram todos ao Cristo. Lá chegando, Márcio Hummel, acometido por fobia de altura, passou mal e precisou descer carregado.

Na 20 de Agosto

Uma cena dos idos de meados da década de 1960. Na Av. 20 de Agosto, o contraste entre o bloquete, inaugurado pelo ex-prefeito Paulo Hummel, e o paralelepípido. Nos imóveis o comércio de Catalão ia se consolidando: à direita, Casas Pernambucanas e o ateliê de costura de Álvaro Alfaiate, casado com Regina Garcez. Em seguida, a casa de Dr. William, onde se hospedaram personagens da política nacional, como o Governador de São Paulo Adhemar de Barros. Depois, a casa de Dr.Jamil Sebba e, em seguida, a Barbearia do Pinduca e Jales Rabelo onde funcioinava, também, uma revistaria. Lá ao fundo, o imponente prédio do empório Goiás e o Cine Teatro Real. No centro da 20 de Agosto, a torre do relógio que, a meu ver, deveria ter sido preservada, pois que foi o símbolo de uma época. Do lado esquerdo, a placa na parede denuncia a concorrência comercial no ramo de tecidos, cama, mesa e banho: A Revolução que ficava ao lado de onde funcionou o Banco Hipotecário de Minas Gerais e cuja fotografia foi, há pouco, publicada aqui no blog. Entre os presentes na pose estão João Paschoal (o primeiro à esquerda), Saulo (pintor), Antônio Aires, Cristiano Aires, Totõe Rodovalho, Raul Rosa. O último, à direita, desconfio que seja Toninho, genro de Sr. José Rodrigues de Paula, e que trabalhava nas Casas Pernambucanas.

Urbanismo

Residências que são transformadas em pontos comerciais; Pontos comerciais que são transformados em residências. São aspectos de uma urbanidade que se transforma ao gosto das exigências dos novos tempos.Alguns imóveis, entretanto, desde sua construção e com o transcorrer da história, parecem fadados a ser o que sempre foram desde o início. Num período de não menos que 50 anos, essa esquina, onde hoje está instalada a loja Ricardo Eletro, já foi Casas Bahia, Mig, Novo Mundo, Banco Econômico e, num passado mais distante foi A Construtora, de Osires Pimentel Ulhoa. Durante anos foi uma das principais lojas do ramo de material de construção. Na fotografia acima, infelizmente, não se pode identificar as pessoas. Todavia, observem, o segundo da esquerda pra direita parece segurar um violão. Há uma placa fixada na aprede mas não é possível ler. Ao fundo, a praça Getúlio Vargas com a grande árvore e o Cine Teatro Real. Fotografia, provavelmente, de fins da década de 1950, início de 1960.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Mistério Desvendado

Lembram-se dessa fotografia? Tempos atrás eu a publiquei e na ocasião eu chamei a atenção para os cartazes que a gente catalana empunhava com dizeres mencionando "Catalão tem Santos fortes", Os Santos são nosso" e outros. Pois bem, ao contrário do que eu suspeitava, não se trata de nenhum evento político e sim de uma partida de Basquete. No caso, os Santos aludidos nos cartazes é o time de Basquete do Santos (Santos Futebol Clube) que nesta ocasião, meio que na surdina, representava Catalão em um importante torneio de repercussão nacional. De acordo com informações, a fotografia acima foi tirada durante uma partida no interior paulista e nela podemos ver Jales Rabelo (à esquerda de chapeú e fumando charuto). E mais: Tarcisio Netto de Campos, Carlos Alberto de Araújo, Paulo Fayad, Jair Sebba, Laerte Margon, Ivo Elias e outros. Em Catalão, os jogadores do Santos ficaram hospedados na casa de D. Matilde Margon.

Em carro aberto

Maria Antonieta Bretas Netto dentro do automóvel segurando a bandeira do Brasil em dia de desfile cívico do Colégio Mãe de Deus. Fotografia de final da década de 1940, início de 1950. O carro, provavelmente um Ford conversível do final da década de 1940.

No Cine Teatro REal

Auditório do Cine Teatro REal em dia de formatura. Em primeiro plano, da direita para esquerda José Rocha, Tarsio, Democh Jorge Elias, Elza Mastrela, Marli Tavares. 

Desfile

Desfile cívico em agosto de 1965 na avenida 20 de agosto em frente onde funcionou o HSBC. Percebam que este trecho da 20 de agosto era calçado paralelepípido. Ao fundo a casa de Mizael Nogueira, sogro de Dr. Lamartine e Prof. Chaud. Esta casa, embora encontre-se, hoje, desabitada, permanece com a mesma arquitetura. Pelas placas que as alunas seguram pode-se supor que sejam do Colégio Estadual João Netto de Campos..

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Da. Irota

De acordo com um de nosso(a)s leitore(a)s essa casa seria de Da. Irota, fica na Av 20 de Agosto onde está a boutique DNA. Da. Irota fabricava deliciosos picolés. Todavia, há controvérsias. A se confirmar, a senhora que aparece no alpendre da casa é, provavelmente, Da. Irota.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Dia histórico

Capa da Edição de 16 de outubro de 1968 - Anos de chumbo

Lembra?

Publicada na Revista Veja de 11 de setembro de 1968

Praça Aguiar de Paula

A fotografia acima consegui identificá-la com a ajuda de Da. Olinda Sebba, mãe do Dr. João Sebba. Ela mostra o local onde durante muito tempo funcionou o Bar Brasil, conhecido Bar do Silvio, na Praça Aguiar de Paula e onde hoje existe uma loja de produtos hospitalares. De acordo com Da. Olinda, ali foi residência de um seu tio, Célio Mesquita.

Na II Guerra Mundial



As 3 fotografias acima seriam o registro da presença de pracinhas catalanos na campanha da FEB, na Itália, durante a II Guerra Mundial. Infelizmente, eu recebi as fotografias sem a devida indentificação e para tal conto com colaboração de vocês. De qualquer forma, na fotografia do meio chama a atenção os buracos de bala na parede do edifíco logo atrás dos soldados dentro do Jeep "FLOCO"

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Onde será???


A fotografia abaixo ainda não foi identificada. Conto com a colaboração de vocês.

Um dia na Vinte de Agosto

Fotografia da Av. 20 de Agosto - década de 1980. O chevette estacionado do lado esquerdo pertencia a Gilberto Meireles e ele, provavelmente, estaria "filando bóia" na casa do sogro, Dr. Roberto Marot. Ao fundo, lado direito, a fachada das Casas Pernambucanas. Em primeiro plano a Casas da Lavoura. As portas dos estabelecimentos comercias fechadas é um indício que seria um domingo, ou feriado. A 20 de agosto ainda tinha o trecho de 2 pistas entre a rua William Faiad e Praça Getúlio Vargas. Adiante da Casas da Lavoura, a residência de Dr. Eduardo Caixeta, onde hoje é o Banco Itau e no muro, propaganda política de Mauro Netto, quando ele ainda integrava as fileiras PMdebistas. Bem ao fundo, antes do edifício de Nasr Faiad (em frente à Farmácia N.SRa. de Fátima), é possível ver uma placa de Coca Cola fixada na parede. Nesta época ali havia uma pastelaria, conhecida por Pastelzinho e que pertencia a Paulo Abrão.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Banco Hipotecário



As três fotografias acima referem-se ao Banco Hipotecário de Minas Gerais e que funcionava onde hoje está a Farma´cia N. SRa. de Fátima, na Av. 20 de Agosto. A terceira fotografia mostra o corpo de funcionários do banco pelos idos da década de 1950. São eles: Alberto Ribeiro,José Diogo,Josér Calixto, Laurentino Silva, Walter Hemídio, Wanildo Fernandes e Valdivino Porto Guimarães. Observem à direita, um pedaço da placa fixada na parede com a identificação do banco e a mesma placa na primeira fotografia. Na imagem do meio uma panorâmica da Av. 20 de Agosto com a localização do banco (à direita) que tinha como vizinho do lado esquerdo, Sr. Cristiano Aires e família.

Rua estreita

Uma panorâmica rua Cel. Afonso Paranhos, entre as ruas Egerineu Teixeira (Caixa) e Frederico Campos, a conhecida rua estreita. Em uma das casas vistas do lado esquerdo morava o poeta Júlio Pinto de Melo que revendia urnas funerárias.

Prédio do Alvim

Conhecido "Prédio do Alvim". construído por Álvaro de Mendonça Netto, na década de 1950, apesar de ainda existir e guardar sua arquitetura original, o imóvel encontra-se em estado deplorável. Ali, no 2º andar morava Álvaro, o Alvinho e no 1º andar moravam seus pais e, em determinada época, os neto Fábio, Fernando e Sylvim moraram com os avós João Netto e Maria Isabel. No térreo, na sala à direita, Alvinho tinha uma mesa de Pebolim (hoje encontra-se em poder da família) e nos finais de tarde formava-se fila para jogar. E na sala do lado esquerdo, ficavam guardadas ferramentas e as chamandas "badulaqueiras" de Álvaro. Por algum tempo, alí, também funcionou uma espécie de escritório onde João Netto de Campos fazia o pagamento dos funcionários que trabalhavam na serraria, montada na fazenda São João da Cruz, perto do distrito de Sto. Antônio do Rio VErde e que produzia dormentes para a Estrada de Ferro. Detalhe interessante: a luminária da iluminação pública suspensa pelo fio, de lâmpada comum. ao lado do prédio, a casa de Seu Jerônimo Vaz, o Seu Nhonhô e D. Matilde Margon Vaz, pais de Halley, João, Francisco, Tereza, Laerte, Anita, Nilo e Carlos.

Miguel João e filhos

Empresa do ramo automobilístico do grupo Miguel João e Filhos. Agência Ford que ficava onde hoje é a MAUDI.