terça-feira, 31 de maio de 2011

Candidatos




Propaganda política dos candidatos Mauro Netto (Prefeito) e João Netto (Vereador) em 1988, se não me falha a memória. Na oportunidade, Dr. Aguinaldo Mesquita (PDS), considerado o menos provável a ser eleito, faturou o pleito o qual teve, também, a candidatura de Mauro Faiad, pelo PMDB e João Enéas, pelo PT.

Prefeitura

Sede do Poder Executivo municipal que ficava na hoje 20 e Agosto, onde está o que sobrou do Colégio Anchieta.

Pai e filhas

Ricardo Safatle e as filhas Denise e Bruna

Um imigrante

Miguel João Safatle, representante da colônia árabe em Catalão. Empresário e junto com irmãos e filhos teve ativa participação na vida econômica de Catalão, tendo atuado na indústria e no comércio.

Pai e filhos

Dr. João Sebba Neto e os filhos Marcelo, Cristina e Maria Tereza.

Farid Nahas

Farid Nahas flagrado fazendo o que mais sabia e gostava: falando ao microfone. Esta imagem foi usada na lembrança de sétimo dia.

foi assim

Vista panorâmica da Av. 20 de Agosto a partir da praça que, creio, nessa época ainda não se chamava Getúlio Vargas e a 20 de Agosto, ainda não tinha esse nome. A praça seria, simplesmente, Jardim Público e a via em alguns trechos tinha nomes diferentes ( Rua do Comércio era um deles).

terça-feira, 24 de maio de 2011

Do alto

A cidade é mais do que uma aglomeração de pessoas e construções num determinado espaço territorial. É o lugar para onde converge o fluxo de capital econômico, social, financeiro, advindo de várias localidades que estabelecem com ela relações sociais, políticas e econômicas, e enfim, onde se concentram os bens de reprodução do capital e a força de trabalho. Isto demonstra a complexidade do que é a cidade. Na cidade acontecem intensas relações sociais de troca, de movimento, de poder e por isso sua dinâmica é incessante. Seus espaços estão, sempre, à mercê de interesses, sejam eles do capital, da vaidade social e política e se transformam no decorrer do tempo em virtude, também, de uma outra série de fatores. Catalão vem conhecendo, nos últimos anos, um crescimento surpreendente em tamanho, população e densidade, o que trouxe para ela a concentração dos problemas que afligem a administração pública, desafiando a sociedade a encontrar um ponto de equalização que minimize os efeitos de um crescimento sem planejamento. As 3 fotografias a seguir, todas da década de 1990, mostram que, comparativamente aos tempos atuais, as transformações são dramáticas, extremas em determinado sentido. Ao olharmos atentamente cada uma das imagens podemos perceber que a arquitetura é o setor que mais alterações recebe em virtude de uma necessidade de se conjugar alguns verbos típicos da movimentação de capital e acúmulo de riquezas, do crescimento populacional e do mercado consumidor. Modernizar, atualizar, racionalizar, prestar serviço, dinamizar, vender, comprar são alguns daqueles verbos.

Av. Raulina ao fundo. Em primeiro plano, a Rua Dr. William Faiad. No meio, a Av. 20 de Agosto recebe grande público em dia de desfile cívico por ocasião do aniversário da cidade.

Forum e sala do Juri. À esquerda, a prefeitura. Na esquina da rua Dr. William e Pedro Ludovico, a casa que pertenceu a Jamil Safatle, hoje transformada em um imóvel empresarial no ramo de farmácia.
 
Av. 20 de agosto a partir da Caixa Econômica. Observem à direita, no meio da fotografia a logomarca da Loja Dick, que funcionou onde hoje é o supermercado Reis.


quarta-feira, 18 de maio de 2011

Locais de memória

Os lugares de memória são o que resta e que se perpetua de um outro tempo. A sociedade necessita desses lugares de memória por não mais terem meios de memória, seja pela evolução industrial e urbana que descaracterizam comunidades tradicionais. Os locais de memória, em um certo modo, são a apropriação de um tempo que já foi, que não existe e que uma sociedade deles se utiliza para tentar rever seu passado, torná-lo presente através dos indícios que possuem e que identificam um tempo, um costume, uma tradição, um modus vivendi.


Residência da família Democh hoje transformada em local de lazer.



Residência de Mizael Nogueira, sogro de Dr. Lamartine e Prof. Chaud, na Av. 20 de Agsoto


Antiga sede do Banco do Brasil, hoje Caixa Econômica Federal
  
Casa que fica na Rua Cel. Afonso Paranhos (a rua estreita), próxima a Caixa Econômica Federal e que pertence à família Goulart.



terça-feira, 17 de maio de 2011

Guaraná do Jorge Primo

Imagens que mostram as instalações da fábrica do Guaraná Amazonas ao tempo em que pertencia a Jorge Primo. Na primeira fotografia vemos José Maurício e tonim chaud degustando o produto. Acima, Dudu Chaud também degustando o refrigerante.

Um candidato

Propaganda política do candidato Antônio Chaud para prefeito e Carlos Goulart para vice. Nessa eleição, o partido do Governo, a ARENA - Aliança Renovadora Nacional - concorreu com 3 candidatos. Além de Chaud?Carlos Goulart, concorreram José Rocha/Divano Elias e Ovídio de Paula/José Francisco. Pelo lado do MDB, concorreu Mauro Netto/João Netto. José Rocha elegeu-se prefeito e durante o mandato afastou-se por problemas de saúde e Divano Elias assumiu.

O Prefeito

O então prefeito de Catalão Antônio Miguel Jorge Chaud posando no interior de um caminhão adquirido pela prefeitura. Prof. Chaud foi prefeito na década de 1950 e nessa ocasião recebeu do Presidente Juscelino prêmio em reconhecimento ao desenvolvimento de Catalão.

Salão do CRAC


Dois registros do início das obras do salão de festas construídos por Prof. Chaud, junto ao estádio do CRAC. A obra foi iniciada na década de 1990. Na primeira fotografia Prof. Chaud ao lado do fotógrafo Ismael (Telefoto) e ambos escorados no luxuoso Galaxy Landau do Prof. Chaud. Na outra imagem, Chaud com o filho de Ismael.

Mais uma de Caldas

Mais um registro da caravana catalana que esteve na ciade mineira de Caldas (não é Poços de Caldas, é Caldas mesmo), por ocasião de uma partida de futebol arranjada pelos irmãos Nicoletti entre um selecionado de Catalão e o time da cidade mineira. Na fotografia vemos Jeová da Paixão, Edir, Jales Rabelo, Irineu, Mário, Carlos alberto Araújo, Wanderley e outros.

D. Emanuel

Visita do Arcebispo de Goiás, D. Emanuel Gomes de Oliveira, ao col. Mãe de Deus na década de 1940.

Formatura


Formandos do Curso Ginasial do Col. Mãe de Deus na década de 1940, época em que o acesso de estudantes do sexo masculino era facultativo.

Clube Agrícola

Em 1.956, o Ministério da Agricultura, na pessoa do ministro Mário Meneghetti, fundou, organizou e registrou os clubes agrícolas para as escolas do ensino secundário do país.
O Clube Agrícola, era um Grêmio de iniciativa espontânea direcionado às crianças e jovens de sete a dezoito anos. Deviam ser orientados por professores, agrônomos, veterinários ou fazendeiros no sentido de melhor o ambiente e a vida rural.
Devia também funcionar junto às escolas e desenvolver a iniciativa individual e a atuação coletiva.
Na realidade, os seus objetivos específicos eram desenvolver nas meninas e moças, o amor às coisas da terra despertando o gosto pelas atividades agrícolas e economia doméstica.
Por essa ocasião fazia parte do currículo a disciplina Higiene e Puericultura, despertando os hábitos de vida saudável: alimentação sadia, higiene trabalho, diversão e repouso, além da compreensão da verdadeira significação do lar, da economia, do espírito de cooperação, dos problemas familiares, da escola e de outras instituições, além do espírito patriótico.
Era um clube de número ilimitado de sócios, a quem cabia o dever de contribuírem com uma mensalidade, promoverem festividades, para a arrecadação de fundos, além de buscá-los nos órgãos públicos ou pessoas da família.
As atividades fundamentais dos clubes agrícolas eram as seguintes: produção- horta, pomar, jardim, pequena lavoura, defesa sanitária, vegetal e animal, criação de pequenos animais, industriais e rurais.



Alunas em atividade no Clube Agrícola

Alunas cuidando da horta do Clube Agrícola

Os sócios podiam vender suas produções, promoverem excursões, exposições, visitas, montarem uma biblioteca, um museu, teatro de bonecas, de máscara, de sombra, bandinha rítmica, clube de mães, recortes, carpintaria, flandaria, cerâmica, etc. Sua primeira diretoria era assim composta: diretora Irmã Maria Lúcia Resende; presidente- irmã Maria José Silva Araújo; secretária- aluna Maria do Rosário Paranhos; tesoureira- aluna Maria Aparecida Pereira;zeladoras- as alunas, Maria Clô Medeiros, Clóris Paranhos e Maria Elza Cardoso. Escolheram e prepararam o seguinte para o s seus trabalhos: um terreno de 80 x 60 m para o galinheiro e o chiqueiro; um terreno de 70 x 50 m para cultivarem hortaliças; um terreno de 15 x 8 m para o jardim. Requereram do serviço de Informação Agrícola do Ministério da Agricultura e foram atendidas através da Secretaria do Estado de Educação com as ferramentas: oito enxadas, quatro enxadões, quatro ancinhos, seis tachos, doze colheres de sopa, quatro pás, além de serrote, tesouras de poda e grama, foice, martelo, torquês, canivete, facão, carrinho de mão regadores e uma chocadeira. Compraram porcos para engorda e ovos para iniciarem a produção de aves. O pomar já estava formado e dele as alunas usufruíam. Os doces elas faziam com os frutos do pomar, comiam das aves, ovos e do porco as carnes e banha e faziam sabão de bola dos torresmos. O Clube Agrícola do Mãe de Deus tinha o nome de "Brasil Futuro". (Extraído de "História que se torna vida" de Mª da Glória Rosa Sampaio e Eriziane de Moura Silva Rosa)





quarta-feira, 4 de maio de 2011

O Cinquentenário do Col. Est. "João Netto de Campos"







No dia 10 de maio comemora-se o cinquentenário de um dos mais importantes estabelecimentos de ensino de Catalão e de toda a região da Estrada de Ferro: O colégio Estadual "João Netto de Campos". Fruto do esforço de João Netto de Campos, o colégio foi criado em três de novembro de 1960 através de projeto de lei.
Em 19 de fevereiro de 1961 é publicado no diário oficial 8495 uma portaria de 12 de fevereiro oficializando o nome da escola : Ginásio Estadual João Netto de Campos e designando o senhor Aguinaldo de Campos Netto para diretor da nova escola e o senhor Francisco Netto de Campos para secretário .
O primeiro quadro de professores deste estabelecimento contou com os nomes de:
Prof. Antônio Miguel Jorge Chaud
Profª Maria das dores Campos
Porf. Miguel de Sirqueira
Profª Yolanda de Mendonça Vaz
Prof. Paulo Fayad Sebba
Prof. Dr João Martins Teixeira
Prof. Aguinaldo de Campos Netto
Prof. Francisco Netto de Campos
Profª Mª Terezinha Netto Oliveira
Profª Eliane de Fátima Assis
As comemorações do centenário serão marcadas por extensa programação que inclui sessão solene na Câmara Municipal (26/04); Sessão solene na Assembléia Legislativa (10/05); desfile de alunos e funcionários (09/05 às 8horas); Descerramento de placa comemorativa (10/05 às 8horas) e mais atividades culturais, recreativas, esportivas e educativas. No dia 20 de maio, acontece o Baile dos Anos Dourados (21horas no Salão do colégio).


Parabéns ao Col. Est. João Netto de Campos.

João Netto de Campos - Patrono do Colégio
 
Biblioteca Randolfo Campos do Col. Est. João Netto de Campos

Sala de vído do Col Est. João Netto de Campos
Laboratório de Informática do Col Est. João Netto de Campos
Alunas do col. Est. João Netto de Campos no desfile do Sesquicentenário da Independência do Brasil.

Desfile do Col. Est. João Netto de Campos nas comemorações do sesquicentenário da Independência do Brasil, em 1972.

Vista do público presente ao Festival da Música Popular Brasileira, ocorrido em 1972, no Salão de Festas do Col. Estadual João Netto de Campos. em primeiro plano, o juri formado, entre outros, pelo poeta Anatole Ramos, Odete Faiad, Marlitt Mendonça Netto Faiad (filha de João Netto).

Apresentação de concorrentes no Festival da Música Popular Brasileira, promovido por Batuíra Borges, e que aconteceu no Salão de FEstas do col. Estadual João Netto de Campos

Desfile do col. Estadual João Netto de Campos, na Av. 20 de Agosto, em meados da década de 1960.

Inauguração da Piscina do Col. Estadual João Netto de Campos, durante a direção do Prof. João Martins Teixeira, no final da década de 1960.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Um Farmall MD Diesel em Catalão

Na primeira fotografia Marlitt Mendonça Netto, filha de João Netto de Campos e D. Izabel, faz pose em cima de um trator Farmall MD. Na fotografia acima, um modelo original do trator que era fabricado pela International Harvester. O modelo MD foi fabricado entre 1941 e 1952 e tinha uma característica interesante: a partida do motor era à gasolina e após o aquecimento o circuito da gasolina travava e o motor passava a funcionar com Diesel. Em 1952 um modelo como o mostrado era vendido a U$2,400. O trator na fotografia de Marlitt está equipado com rodas de aço sem pneu, acessório utilizado em terrenos de tráfego mais difícil.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Será?


Um de nossos leitores, Efren Salgado (sobrinho do Bicuca-Barbeiro) sugeriu que os imóveis mostrados nas fotografias acima seriam os mesmos em épocas diferentes, talvez com um intervalo em torno de 70 anos, considerando que a primeira fotografia seja dos anos 1940. De fato existem alguns indícios que poderiam nos levar a afirmar que são, sim, o mesmo imóvel: vejam o telhado, na ponta do imóvel, parece ser o mesmo; o declive de ambas as imagens parece ter a mesma inclinação; a porta bem na esquina em ambos os casos. Por outro lado o imóvel mais antigo é mais extenso na lateral de baixo, reparem que possui 5 portas, mas pode ser que através dos anos ele tenha sofrido mudanças. De forma que a dúvida ainda persiste.