quarta-feira, 31 de agosto de 2011

20 de Agosto 40 anos atrás

A Av 20 de agosto na esquina com a Rua Bela Vista, próximo do Restaurante Cantina's. Embora a iluminação pública já fosse com lâmpadas brancas (de vapor de mercúrio) ainda é possível notar a existência de postes feitos de trilhos. À direita, sobre a calçada, uma Pick up Rural de propriedade de João Netto de Campos que ali morava no conhecido prédio do Alvim. Bem à esquerda funcionou, por algum tempo, a Farmácia Felicidade.
Do outro lado da rua, o casarão da família de João Sebba - avô do Dr. João Sebba Neto -  onde hoje funciona uma boutuque. Aqui é possível notar que a rua que desce para o Estádio Genervino da Fonseca ainda era de terra. Ao fundo algumas casas da época que, embora tenham passado por reformas, guardam, hoje, as mesmas características arquitetônicas. Fotografia extraída do Mural do Zé Maurício/Facebook, data da década de 1970

Em obras

As ruas de Catalão sendo preparadas para receber o calçamento de bloquetes. A fotografia acima mostra a rua que sobe da Av. 20 de agosto e termina em frente ao Banco do Brasil. Ao fundo, onde hoje está o Casa Velha, pilhas de bloquetes na calçada aguardando serem assentados. Nessa época, início da década de 1970, a prefeitura, cartórios, forum e câmara de vereadores, funcionavam no mesmo prédio, onde hoje está a fundação cultural Maria das Dores Campos. O calçamento das ruas centrais de Catalão com bloquetes, foi uma iniciativa do ex prefeito Paulo Hummel. Os próximos prefeitos deram sequência a esse importante benefício. Fotografia extraída do Mural do zé Mauricio/Facebook

Geisel em Catalão

O presidente da República, General Ernesto Geisel esteve em Catalão, salvo engano, no ano de 1978. Aqui ele aparece cumprimentando o ex prefeito Silvio Paschoal. De terno branco, Sirlênio Evangelista da Rocha, conhecido por Macarrão (acho que ele foi prefeito de Cumari). Mais à direita, de perfil, o então governador do estado Irapuan Costa Jr. Foi durante o mandato de Geisel que algumas medidas rumo à redemocratização do país, embora tímidas, foram adotadas. Fotografia extraída do Mural do zé Maurício/Facebook

Silvio Paschoal

O Prefeito Silvio Paschoal em cerimônia presenciada por militares. À direita de óculos escuros, Nilo Margon, irmão do ex-prefeito Haley Margon. Nilo tinha estreita relação com o General Golbery do Couto e Silva, o homem forte do governo durante boa parte da ditadura militar. Fotografia extraída do Mural do Zé Maurício/Facebook

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Áurea Aires Campos - In Memoriam

É com pesar que comunicamos o falecimento de Áurea Aires Campos ocorrido nesta terça feira, 30 de agosto de 2011. Filha de Cristiano Aires, irmã de Antônio Aires, Áurea casou-se com José de Campos Netto, filho de Lourival Álvares de Campos e Felicidade.
Na fotografia acima, tirada recentemente, ela aparece no alpendre de sua casa ladeada pela filha Marlene.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Cursilho Feminino

Cursilho feminino no ano de 1979. Algumas presentes: Ruth Salviano, Cidinha (esposa do José Angelo - Jarrão), Maria Ce´lia, Lair Ulhoa, Nilda e Tereza Margon, Dalva Badico, Celina de Paula, Dorilena Marciano, Suely Salomão e... Identifique outras pessoas e deixe um comentário.

Bicuca

Sebastião Salgado (de jaqueta preta), conhecido por Bicuca, tradicional barbeiro e que até hoje, atua na profissão ao lado de José Araújo em fotografia no alto do Morro de São João, por volta de 1973/74. Bicuca, Remy e Rivalino formavam a equipe do Salão do Remy. Com o falecimento precoce do irmão Remy na véspera do Natal de 1984, Bicuca e Rivalino continuaram trabalhando e, até hoje, contam com fiel clientela.

Formatura

Formatura na Escola Paroquial São Bernardino de Siena no ano de 1966. Alguns alunos presentes: Semi, Baiano, Helson Primo, Altamir, Cassiano, Juarez Martins (in memoriam), Naim, Wilson Tartuci, Cesar Hummel, Pereco, Gilson Paschoal, Ricardo Safatle, Luciano, Olimar, Helio Quintino, Tonim Chaud, Zé Tomate, Wanderlei David. Também, na fotografia, o norte americano Frei David.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

O Globo

Recorte do Jornal O Globo, do dia 24 de Abril de 1969, uma quinta feira, com a notícia da prisão de 8 pessoas em Catalão por supostas atividades subversivas. Mauro Netto, filho de Jaci Netto de Campos só não aparece na lista dos detidos porque, à época, refugiou-se na fazenda Taquara, então, de propriedade do médico William Faiad, indo, em seguida, para Goiânia. No artigo acima há 2 informações erradas, ou sejam, de que as pessoas foram detidas na cidade de Ipameri quando, na verdade, as prisões foram feitas em Catalão; e que os detidos foram encaminhados para a sede do 6º BC. Na verdade todos permanceram detidos, para as devidas averiguações na delegacia de Catalão, no mesmo local que ainda é hoje, próxima do Estádio do CRAC. Apenas Dilonilson Costa foi levado para a sede do 6º BC em Ipameri e Fernando Safatle lá compareceu para prestar depoimento, mas não foi detido. O Estádio do SENAC a que se refere o artigo, é o Campo do Catalão Futebol clube que pode ser visto na imagem aérea publicada anteriormente.

Cabo Marciano


Luis Mário Pereira Marciano, o Cabo Marciano, filho do casal Joaquim (Xato) e Dorilena Marciano. Cabo Marciano, como se vê, dava expediente na Seção do Serviço de Saúde da  131ª Cia ApMb em Brasília. Esta fotografia é de 1970.

Fuzileiro

Mário Luis Pereira Marciano, o filho mais velho do casal Joaquim (Xato) e Dorilena Marciano, no início de sua carreira militar iniciada no 6º BC, em Ipameri, no início da década de 1960. O interessante é que de todos os filhos do casal Joaquim e Doorilena, apenas uma das duas filhas não tinha no nome o radical "LUIZ". Assim temos: Mário Luiz, Luiz Mário, Joaquim Luiz, Sebastião Luiz, Luiz Carlos, João Luiz, Maria Luíza e...

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Catalão do alto

Fonte: O Catalão

Fonte: O Catalão

Duas imagens aéreas mostram Catalão na década de 1960. Na primeira, a Velha Matriz e a praça que ainda não havia sido urbanizada e o casarão da família do Farid Miguel Safatle. Mais acima, percebemos que a Praça Duque de Caxias ainda não existia.O colégio Mãe de Deus, o prédio do Alvim. Nessa época meus avós já moravam no prédio do Alvim e quando vínhamos de São Paulo, de férias, era ali que ficávamos. A Delegacia de Polícia que desde longa data sempre foi ali; a praça de Esportes do CRAC com a quadra, as piscinas e o gramado do Genervino da Fonseca. Mais à esquerda, o cinema, a Panificadora São José, a Gráfica São João,o casarão onde morou Bernardo Guimarães, a casa de Mário de Cerqueira Netto. Bem ao fundo, a Charqueada e mais para o centro o Grupo Escolar Rita Paranhos Bretas. Na rau estreita que desce da delegacia morava Sr. Raimundo Sapateiro de cujos filhos éramos amigos. Na segunda fotografia o campo do Catalão Futebol Clube, a Estação Ferroviária, o Hospital Nasr Faiad. Ao fundo a Nova Matriz e a casa Paroquial e a Santa Casa. No alto, totalmente isolado, o Morro de São João, também chamado de O Morro da Saudade. à esquerda, no alinhamento da estação ferroviária a sede social do Clube 13 de Maio e, em frente, o local que servia de rodoviária e onde o Expresso Araguari estacionava para o embarque e desembarque de passageiros. Para a direita, no imóvel com várias portas funcionou A Eletrolar do Sr.João Emídio e, antes, foi ali que funcionou a primeira agência do Banco do Brasil. Seguindo pra direita, o sobrado de Dolores Aires (pai do Dr. Djair), falecido recentemente e mais adiante o armazém do Nicolau.

Colisão

Fonte: O Catalão
Um Fusca e um Volkswagen TL envolvidos em colisão na esquina da, então, Rua Cavalcanti - hoje Getúlio Vaz - com a Av. José Marcelino, na década de 1970, presumo. Lá ao fundo um ônibus do Expresso Araguari, provavelmente se dirigindo à rodoviária. A garagem da empresa ficava próxima do local. Na esquina o imóvel que hoje é ocupado pelo Bar do Abi e que nessa época era tocado por seu pai, Seu Jorge.

É campeão

Fonte: O Catalão
Time do CRAC campeão em 1967 posa para a foto oficial da conquista do torneio estadual.

CRAC

No Salão de FEstas do CRAC. Alguns elementos da decoração denunciam uma festividade relacionada às festas  natalinas e a logomarca do Rotary Club no canto direito superior leva a crer que seja um eventode confraternização da confraria.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Ministro da Agricultura em Catalão


A foto registra a visita a Catalão do Ministro da Agricultura e pecuária, Exmo Sr. Cirne Lima, nos idos de 1968/71, reunidos os presentes, na residência do Sr. Francisco Cassiano Martins. Naquela oportunidade o Ministro desejava saber do grupo a situação da Pecuária no Município. Presente ali , Augusto Barbosa, então chefe da Carteira Agrícola e Pecuária do Banco do Brasil explica que não obstante o Banco ser o principal assistente financeiro à pecuária, os recursos ainda eram insuficientes par o atendimento necessário aos fazendeiros da região, com relação ao custeio como : bateção de pastagens, reformas de cercas etc. Para fazer face a estes gastos, vinham sendo alienadas as matrizes bovinas, ainda novas, com sérios prejuízos para o rebanho do Município. Obviamente, a reivindicação do grupo ali reunido para o aumento de recursos pelo Banco do Brasil, para fazer face aos financiamentos de custeio aos fazendeiros, foi um dos principais assuntos daquele momento, e que foi atendido meses depois.
Da esquerda para a Direita:
Bento Rodrigues de Paula (comerciante e industrial e esposa), Ministro CIRNE LIMA da Agricultura e Pecuária, Francisco Cassiano Martins (industrial), proprietário da Usina Martins de açúcar e álcool do Município, Augusto Barbosa (chefe da Carteira Agrícola e Pecuária do Banco do Brasil), Dr. Hélio Leite Martins, engenheiro e diretor superintendente da Usina Martins e sua esposa Adma. (fotografia enviada por Lilian Martins)

Banco do Brasil


Funcionários do Banco de Brasil de Catalão, no início dos anos 1960:
Da esquerda para direita, de pé: Horácio, Joaquim Floriano, Mauro(pingüim), Augusto Barbosa, Vicente, Honorato, Caixeta, Joaquim de Castro, Assis, Roberto e Emir.
Sentados: Minerval, Plínio(gerente), inspetor do Banco do Brasil,Araripe de Melo (subgerente) e João Domingos. (fotografia enviada por Lilian Martins)

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Os eleitos

Os candidatos a prefeito e vice, eleitos nas eleições municipais de 1975, José Rocha (atrás de Silvio Paschoal) e Divano Elias da Silva. Nesta época, em plena ditadura militar, o país vivia o bipartidarismo onde ARENA era o partido da situação e o MDB fazia as vezes da oposição. Aqui, os candidatos eleitos eram da ARENA. Na eleição de então, a ARENA disputou com 3 chapas (José Rocha e Divano, Ovídio de Paula e José Francisco e Prof, Chaud e Carlos Goulart) contra apenas uma do MDB cujos candidatos foram Mauro Netto e João Netto - prefeito e vice. A diferença da soma dos votos dos 3 candidatos da ARENA e dos candidatos do MDB, conforme informa Mauro Netto, foi de apenas 183 votos. Pela semelhança, quem carrega Divano nos ombros é João Silva, conhecido como CÃO e que morreu tragicamente, afogado, em uma pescaria na represa da Hidrelétrica de Emborcação.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Xato com "X"

Este é Joaquim Marciano, mais conhecido por XATO. Casado com Dorilena, Sebastião foi um profissional da manutenção civil (eletricidade e encanamento) de mão cheia, sendo, portanto, o preferido das famílias mais tradicionais em seu tempo. O apelido "XATO", de acordo com o filho Luis Carlos, lhe foi dado pela baixa estatura que tinha qdo criança, ou seja, não é Chato, com "ch", é com "X". Na fotografia Xato foi clicado na pré-adolescência. (esta e as duas fotografias abaixo foram cedidas pela esposa, Dorilena)

No Estadual

Fotografia da década de 1980, clicada no Salão de Festas do Colégio Est. João Netto de Campos. Da esquerda pra direita: ?, Sebastião Marciano, Jota de Oliveira, Anicésio, Ronaldo Pato e Cássio da Paixão. Por essa época, o salão do CRAC já não podia receber seus associados por questão de segurança, pois o telhado do  prédio ameaçava desabar. Assim, os tradicionais bailes passaram a ser promovidos no Salão do Estadual. Pelo traje o evento deveria ser baile de Reveillon que nessa época exigia a formalidade do traje social completo. 

Jangada


Um Simca Chambord versão Station Wagon estacionado em frente à residência da família Pereira Marciano. O Imóvel fica na Rau Ver. Geraldo Gentil Aires, em frente ao Clube da Mineração e ainda petence à família. Na fotografia, da década de 1960, aparecem 2 dos filhos do Casal Joaquim (o popular Xato) e Dorilena Marciano. Abaixo, fotografia de um Simca Jangada com mais detalhes.




terça-feira, 16 de agosto de 2011

Gordini



A foto acima, da década de 1960, foi tirada, salvo engano, da esquina da Rua Moises Santana c/ a Wagner Estelita Campos. O prédio à direita, abriga hoje uma loja de produtos agropecuários e fica em frente ao antigo posto da COACAL. Nesse mesmo prédio, funcionaram o Bar 88 (do Sebinha) e, anteriormente, o Bar do Wilson (do Wilson Silvestre). Ainda do lago direito, bem ao fundo, é possível notar o antigo depósito de materiais elétricos da Cia. PRADA de Iluminação,onde hoje temos o portentoso prédio do SENAC.
Ao fundo a Igreja de Nossa Senhora do Rosário. As casas à esquerda existem até hoje, da mesma forma, aquelas construções maiores mais ao fundo, também, estão de pé. Em uma delas funciona a oficina do Emerencindo e, mais acima, uma loja de produtos para piscina. Um detalhe interessante é o veículo estacionado à esquerda, um Renault Gordini fabricado no Brasil pela Willys Overland em uma associação com a francesa Renault. Possuía um motor de 854cc e gerava 31hp. Com câmbio de 3 velocidades - em suas primeiras versões - o veículo ganhou o apelido de "Leite Glória" numa alusão ao leite em pó instatâneo cujo slogan era: Desmancha sem bater! O carro era muito frágil e, pelo contrato firmado entre as montadoras, era proibido modificar o projeto original desenvolvido na França. Assim, o Gordini, rodando nas condições brasileiras, apresentava um alto índice de falhas mecânicas e estruturais. Com a venda da Willys Overland para a Ford, em 1967 o Gordini sai de linha e dá lugar ao Ford Corcel.

 Um Gordini como o da fotografia acima. Observem a roda de apenas 3 furos, a mesma usada no sucessor do Gordini, o Ford Corcel.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Jornalismo

Amigo leitor.
A partir de hoje estaremos inaugurando uma nova etapa na condução do NOSSOCATALAO. Vivemos um momento delicado da vida da nação onde a esculhambação, a arrogância, a canalhice e a roubalheira tornaram-se elementos do método lulopetista de fazer política. Passaremos a publicar na página "Jornalismo"
artigos e opiniões de respeitáveis nomes da boa imprensa com o intuito de colaborar para uma tomada de consciência acerca de nossas responsabilidades como cidadão. Clique na palavra Jornalismo na barra acima. Haverá, sempre, um texto importante para se ler.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Indignação, onde está você?

Pela primeira vez, em dois anos de NOSSOCATALAO, uso este espaço para expressar um ponto de vista muito particular sobre o momento porque passa o país; um Brasil governado por bandidos e criminosos, um Brasil habitado por pessoas que perderam a capacidade de se indignarem. Eis o que penso.

Em 1964 com a bravata de colocar ordem no país, os militares, via golpe de estado, tomaram o poder, fecharam o congresso e cercearam, aos brasileiros, direitos e liberdades. Por não concordarem com a nova ordem pessoas foram presas, torturadas, algumas até hoje permanecem desaparecidas; teatros e faculdades foram invadidos, artistas, músicos, atores, cineastas, teatrólogos, cientistas foram para as ruas gritar contra a ditadura militar e muitos deles foram presos, outros foram deportados, a produção artística foi censurada, mas o brasileiro estava nas ruas exigindo o retorno do estado de direito. Desde que se instalaram no poder os militares nunca se viram livres de movimentos, por menor que fossem, exigindo o retorno do país à democracia e um dos principais foi a Campanha Pelas Diretas Já. Aos poucos os militares foram percebendo que já era hora de voltar para o quartel e deixar o país ser governado pela vontade popular. Foram 30 anos de muita luta. Muito mais que pessoas, a indignação estava nas ruas.


Já estamos no 6º governo desde que a eleição para presidente retornou ao cenário político do Brasil; já se vão 20 anos e alguns meses desde o primeiro presidente eleito pelo povo. Nos últimos 8 anos e 8 meses de governo petista, nunca se roubou tanto nesse país; hoje o Brasil é responsável por 46% de todo o volume de dinheiro fruto da corrupção, no mundo todo; os escândalos envolvendo a alta esfera do executivo federal, desde o mensalão, se sucedem numa velocidade espantosa; obras superfaturadas em todo canto, impunidade para os bandidos do governo, e as obras para a copa do mundo e olimpíada mal começaram. O que vocês acham que irá acontecer? Um hospital público, especializado em ortopedia e traumatologia, está sendo construído no Rio de Janeiro e, claro, já está sob suspeita de superfaturamento. O valor até aqui? R$23milhões. Se fosse construído em condições normais sairia por uns R$15milhões. A cerimônia de sorteio dos grupos das eliminatórias da Copa de 2014, realizada no Rio de Janeiro, consumiu, em um só dia e em poucas horas, a bagatela de R$30milhões do dinheiro público, ou seja, daria pra construir 2 hospitais, ou, poderia pagar o aumento pleiteado pelos bombeiros ou para os professores que estão em greve. Aliás, diga-se, o soltura dos bombeiros cariocas não teve outra origem se não a movimentação da opinião pública.

O estádio do Maracanã, para receber os jogos pan-americanos, em 2007, foi reformado ao preço de R$620milhões. Para a copa do mundo estão sendo gastos mais R$1bilhão, dinheiro que daria para reconstruir duas vezes a cidade de Terezópolis, devastada pelas enchentes. Hoje, a cidade ainda é um monte de escombros. O Palmeiras está reconstruindo seu estádio sem dinheiro público. Valor da obra: R$300milhões; da mesma forma, o Grêmio de Futebol Portoalegrense está reconstruindo o estádio Olímpico. Valor da obra, sem dinheiro público: R$400milhões. O estádio do Corínthians, o Itaquerão, que será bancado, também, por dinheiro público está orçado em R$820milhões, ou seja, daria pra construir 2 estádios iguais ao do Palmeiras e ainda sobrava pra dar aumento para os professores. Com o detalhe de que o Itaquerão é um estádio particular construído com dinheiro público. Agora, imaginem os outros estádios. Depois ainda tem as obras para os jogos olímpicos. Imaginem o rio de dinheiro que ainda se vai gastar. E assim as coisas caminham, rouba-se daqui, rouba-se dali, o governo trata de se esquivar de todas as maneiras possíveis e impossíveis das acusações e fica tudo por isso mesmo.

Em 1964, como dito anteriormente, a justificativa dos militares pra derrubar um governo legitimamente eleito foi a de colocar ordem na casa. Na verdade, os militares foram motivados pela fobia em relação ao perigo vermelho (comunistas), fobia esta arquitetada pelos EUA. De qualquer forma, o povo foi para as ruas, lutou, brigou, apanhou, morreu, desapareceu, etc. Hoje a casa está em uma muito maior desordem do que em 1964 e as ruas estão vazias.

Desde que o estado de direito foi reconquistado, o primordial em situações críticas e que pedem a participação da população, infelizmente, falta ao brasileiro, ou melhor, o brasileiro a perdeu pelo caminho. Se hoje vivemos em uma democracia é porque nos indignamos com a barbárie cometida pelos militares; se reconquistamos as liberdades democráticas é porque nos indignamos com a censura, com a arbitrariedade. Hoje, com toda essa esculhambação que se instalou em Brasília acredito que boa parte do governo deveria ter, como disse Reinaldo Azevedo, gabinete na Penitenciária da Papuda, mas não é isso que assistimos e sabem porque? Porque, hoje, o brasileiro perdeu a capacidade de se indignar. E isso é cruel, muito cruel com esta e com as próximas gerações.

O Brasil, só voltará a ser Brasil quando o último petralha e seus capachos deixarem o banco dos réus com destino á cadeia. E que seja breve.

Rodoviária

Acredito que esta tenha sido a primeira rodoviária de Catalão. Antes disso, que eu me recordo, havia um galpão na Av. Brasil, hoje Av. Farid Miguel Safatle, próximo ao Clube 13 de Maio, onde os passageiros embarcavam nos ônibus. Esta rodoviária, salvo engano, foi construída por pelo então prefeito Dr. Silvio Paschoal, no início da década de 1970, e durou até o mandato de Divano Elias (década de 1980) que em seu lugar construiu a atual sede do executivo municipal, levando a rodoviária para oaltodo Morro das 3 Cruzes.

Praça Aguiar de Paula

Praça Aguiar de Paula que já foi Praça Uberlândia. Pela imagem percebe-se que o calçamento de paralelepípedo acabara de ser concluído. É o que denuncia a camada de areia sobre o calçamento. À esquerda a residência da família Aguiar de Paula e ao fundo a residência da família de Sr. Jorge Elias, conhecido por Jorge Sapateiro. Ali, durante anos e até bem pouco tempo atrás funcionava a loja de tecidos "Casa Elias" ou loja do Naim. Naim Elias é filho de Sr. Jorge. À direita a residência da família BUeno que ali inaugurou o Bar Brasil,que ficava na esquina. Hoje, o bar passou um pouco mais para cima e o imóvel foi reconstruído e transformado em sobrado. Dá pra perceber que em um dos canteiros da praça havia uma plantação de milho. Esta fotografia é da década de 1970, provavelmente em seu início. Os postes na Rua Evangelino Meireles de concreto e com lumnárias de lâmpada branca são fortes indícios para tal afirmação.

Praça Getulio Vargas

A Praça Getúlio Vargas em outros tempos foi um dos locais mais frequentados de Catalão. Nos finais de semana, à noite, as pessoas passeavampor suas calçadas ao som de músicas românticas executadas pelo serviço de som do Empório Goiás que mantinha um auto falante tipo "corneta" instalado no alto do prédio de William Tartuci na esquina da 20 de Agosto. No entorno da praça ficava, também, vários estabelecimentos comerciais, chamados, num linguajar acadêmico,de espaços de sociabilidade: o Salão de Festas do CRAC, o Cine Real, o Bar Taco de Ouro, o Bar e REstaurante Irapuan (antes, Bar Antárctica), o Bar das Vitaminas (na fotografia na esquina ao fundo). E funcionava ali, também, empresas comerciais e de prestação de serviços como o Escritório de Contabilidade de Leozito Leão (ao fundo na esquina o prédio branco). Atrás do tronco da palmeira é possível ver a Farmácia N. SRa. das Graças, de propriedade dos irmãos Carlos e Juracy Pires. Onde hoje está o Banco Itaú, ficava o BEG e antes do BEG, a Discauto - Distr. Catalana de Automóveis (Volkswagen) e na esquina de baixo o Banco Mercantil de Minas Gerais, hoje Mercantil do Brasil. Em frente ao Mercantil, do outro lado da praça ficava A Construtora, mais tarde Banco Econômico, MIG, Novo Mundo, Casas Bahia e hoje Ricardo Eletro.  

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Matriz em construção

Fotografia muito interessante. Ela mostra a Nova Matriz e a Casa Paroquial em construção. Um detalhe interessante é que não havia nem a rua e muito menos a ponte sobre o Pirapitinga. É possível notar uma espécie de corrimão levando a acreditar que a travessia era feita sobre uma "pinguela". (fotografia cedida por Dorilena Marciano)

A ponte caiu? Qual ponte?

Fotografia, no mínimo, intrigante. Fosse o fato, tão somente, narrado, pareceria "estória de pescador". Quando criança, lembro-me vagamente, de ouvir falar em um acidente do tipo mostrado na fotografia envolvendo um ônibus do Expresso Araguari. Se ambos são o mesmo acidente não posso afirmar. De qualquer forma, creio, entre nossos seguidores deve haver quem se lembre do fato. (fotografia cedida por Dorilena Marciano)
De acordo com Nery Mesquita o acidente acima ocorreu na Av. João XXIII quando ainda enstava em construção a canalização do corrégo do Pasto do Pedrinho. Ao fundo, onde está o caminhão, seria o local onde hoje fica a rua do Lazer, ao lado do estacionamento da Nova Matriz. Vamos aguardar pra ver se há confirmação dessa informação.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Catalano ilustre


Banda de Música na Cidade de Goyaz, então capital do Estado, posta para homenagear Dr. Neto em seu aniversário

Dr. José Neto Carneiro. Impressiona, esta fotografia, pela semelhança que existe entre Dr. Neto e um seu parente de algumas gerações posteriores, Álvaro de Mendonça Netto.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Homenagem

Minerval Benedito de Oliveira, funcionário aposentado do Banco do Brasil, trabalhou durante vários anos na agência de Catalão. Aqui, casou-se com Maria Terezinha Bretas Netto, filha de Cyro Neto e Aida Bretas e neta de Rita Paranhos Bretas. Tiveram Maria Ângela (in memorian), Maria Mônica, Maria Inês, Maria Clara e Augusto Aurélio. De catalão mudaram-se para Anápolis, onde residem atualmente. Em 1963 Sr. Minerval recebeu da Câmara de Vereadores de Catalão o título de "Cidadão Catalano" e, em julho último recebeu, em concorrida solenidade, na cidade de Anápolis o mérito da Comenda "Gomes de Souza Ramos. Ao Sr. Minerval e família o NOSSOCATALÃO presta sua homenagem.




Diploma de Cidadão Catalano


Comenda "Gomes de Souza Ramos

 Sr, Minerval recebendo a Comenda das mãos do Prefeito de Anápolis, Antônio Otoni

O casal Minerval e Maria Terezinha