terça-feira, 31 de janeiro de 2012

70 anos depois

São mais de 70 anos desde que o Monumento ao Pracinha, na Praça Getúlio Vargas, foi inaugurado. Se aquelas pessoas estivessem vivas e fossem reunidas em torno do monumento, a imagem seria mais ou menos como mostramos acima. A montagem foi feita com uma fotografia tirada no dia 31 de janeiro de 2012.

Tour aéreo

As 4 imagens a seguir são tomadas aéreas de Catalão. Foram clicadas em épocas diferentes o que pode ser notado, inclusive, pela coloração do filme. Elas são testemunhos do quão rápido ocorrem as transformações no cenário urbano e são, também, uma oportunidade de se fazer um "tour" pelas ruas e caminhos que no levam de volta a um passado que, evidentemente, não volta mais, exceto em nossa memória.

Morrinho

O Morro de São João, palco, cenário, espectador e coadjuvante de inúmeros enredos que contam as história de Catalão. O bairro Ipanema quase que totalmente inexistente, poucas casas existiam, o mesmo verifica-se com a Av. Lamartine. No centro, bem abaixo o monumento alusivo à Rodovia JK, cujo asfalto foi uma obra do então Governador Iris Resende, em seu primeiro mandato. De fato, uma marco para a cidade e toda a região. O gramado do Alberto Mendes logo atrás do Morrinho.

20 anos atrás

A Av. Raulina entre as ruas Cel. João Cerqueira Netto e Araguaia. Do lado esquerdo o Genervino da Fonseca.
Esse trecho ainda não havia sido canalizado e o piso ainda era de terra. No canto inferior esquerdo, o telhado do Grupo Escolar Rita Paranhos Bretas. A casa de velório ainda não existia e muitos espaços ainda não tinham sido ocupados. Nocentro da imagem o galpão da DIBRA - Distribuidor Brahma. Acredito que essa imagem deve ter, pelo menos, uns 20 anos.

Num 20 de Agosto

Vista aérea com destque para as avenidas João XXIII e Raulina F. Paschoal. Esta fotografia foi clicada em um 20 de Agosto e é possível notar que o desfile das escola estava em curso. Observem bem à esquerda a Av. 20 de Agosto e a grande quantidade de veículos estacionados ao longo da Raulina. Seguindo o traçado da Raulina nota-se que o Posto do Gaúcho ainda não existia e a ocupação imobiliária daquele trecho era inexistente. O edifício Da. Samira ainda em construção: reparem dois andaimes ainda instalados. Esta fotografia deve ter, pelo menos, uns 20 anos.

Bairro Mãe de Deus

Vista áerea do Bairro Mãe de Deus. Na parte de baixo da imagem aparece o telhado da Nova Matriz, cujo pátio,reparem ainda não havia sido asfaltado. O Restaurante Labareda ainda não havia sido erguido como também, dezenas de outros imóveis.

60 anos depois


Uma distância de pelo menos 60 anos separam as duas cenas. A Av. 20 de Agosto a partir da esquina da rua Evangelino Meireles. Na 1ª imagem o logradouro tinha o nome de Av. Goiânia. À direita, os primeiros imóveis são os mesmos, embora tenham passado por reformas. À esquerda, na esquina, a loja de Jorge Democh que, vendida, foi recentemente demolida e em seu lugar está sendo construído outro imóvel. Em 50 anos, evidentemente, muita coisa mudou, a ocupação imobiliária, o ordenamento do trânsito e o volume do tráfego, a arquitetura, os valores individuais e comunitários. Exigências do tempo.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Em 1974, em 2012...

Av. 20 de Agosto na confluência das ruas Bela Vista e Araguaia em dois momentos separados por 38 anos. Na segunda fotografia, à esquerda vemos o Peg Pag Central e que depois foi a Art Festas Madalena, fou uma pizzaria, uma butique, etc. A fotografia é de 1974, clicada por Anibal Margon a partir da frente da casa de sua avó, Da. Matilde. O que dá para perceber é a ausência de inúmeros imóveis que hoje existem, principalmente do lado direito. No canto inferior direito, reparem, a sombra do Prédio do Alvim onde moravam meus avós e onde me hospedava quando de férias. Os bloquetes nesse trecho da 20 de Agosto eram recentes, o piche que era derramado na junção de cada uma das peças está bem visível; nota-se, também, em toda a extenção da avenida, no lado direito, os postes feitos de trilhos inutilizados pela ferrovia.
Na primeria fotografia percebe-se que alguns imóveis ainda guardam sua arquitetura original, como é deste do lado esquerdo, a casa da família de Jofre de Oliveira (a segunda casa do lado direito na 2ª fotografia); o imóvel ocupado pelo Peg Pag Central, a casa do José Afonso Aires, onde está hoje o Simecat.

Av. 20 de Agosto.

Av. 20 de Agosto e a Praça Getúlio Vargas em um dia qualquer da década de 1950. O trecho compreendido entre a atual rua Dr. William Faiad até pouco adiante da Farmácia Felicidade, a avenida era calçada com paralelepípido. Reparem que a torre com o relógio ainda não havia sido erguida.

Coroação

Baile de Coroação da Rainha do Centenário "Nailos Campos", no Salão de Festas do CRAC. De terno branco, em primeiro plano, o prefeito de Catalão, o médico Jacy de Campos Netto e a rainha da festa.

Distinção

Por ocasião do centenário de Catalão, entre os eventos programados, uma homenagem a catalanos ilustres foi promovida no Salão do CRAC. A fotografia acima registra o momento em que o odontólogo Heber Campos, filho de Randolfo Campos, recebe a distinção das mãos de Maria das Dores Campos. entre os presentes estão Wilson Faiad, Sebastiao Sant'anna (filho de D. Yaiá), Rivadávia de Mendonça, Dr. Jamil Sebba, Frei Inácio, Galeno Paranhos.

Bolo do Centenário

Fotografia que mostra alunos do Colégio D. Yaiá carregando o bolo de aniversário no centenário de Catalão em desfile cuja concentração ocorreu no gramado do Genervino da Fonseca. Ao centro, a diretora da escola Marlene Aires Campos.

Ao Pracinha

Agosto de 1946, inauguração do Obelisco em Homenagem ao Pracinha Ademar Ferrugem e demais cobatentes da FEB - Força Expedicionária Brasileira que estiveram na Itália durante a II Guerra Mundial. Em combate o Pracinha Ademar Ferrugem foi mortalmente atingido. O monumento foi uma homenagem do Rotary Club de Catalão.  Na fotografia, entre outros, estão Jeová Roberto da Paixão, Sr. Júlio Paschoal, Ciro Netto, Prof. Chaud. Estão presentes, também, alguns ex-combatentes que tentarei idenficar.

Ponte Estelita

A ponte Estelita, na fronteira entre Goiás e Minas recebendo os últimos retoques antes da inauguração, no final do governo de Juscelino Kubischek. O garoto que aparece na fotografia é o hoje médico João Margon, filho de Nilo Margon e sobrinho do advogado João Margon. Na juventude, João Margon era conhecido por João Bolinha e hoje reside em Anápolis.(fotografia extraída do mural de Anibal Margon/facebook)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Rotary

Reunião festiva do Rotaru Club de Catalão no Salão do Bar e Restaurante Irapuan. Enquanto não se construiu a sede própria, as reuniões da confraria aconteciam nos salões disponíveis pela cidade. Ora acontecia no salão do CRAC, ora na Panificadora, no JK, Irapuan. Na fotografia Sr. Cacildo Goulart, Dr. Tharsis Campos. Ao microfone Zacarias Abrão. Mais à direita, Sr. Júlio Paschoal. No canto superior esquerdo, observem, um pequeno luminoso fazendo a divulgação dos cigarros Minister. Era uma das marcas mais consumidas em sua época e das mais caras, também. 

Tõe Patota

Tõe Patota, figurinha carimbada da cena urbana de Catalão. Esta fotografia, capturada no mural de Raquel Sebba, no Facebook, dá conta de que é em 1974. Nesta época, Tõe ainda tinha o "papo" (bócio) que anos mais tarde foi extraído em cirurgia financiada por contribuições da gente catalana. Aqui, Tõe traja camisa do uniforme do Colégio Anchieta. Seu, digamos, "habitat" era as residências de Da. Dulce Meireles, Sabino Gomides.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Férias

Férias!!! Alunas do Mãe de Deus, em 1971, no último dia de aula. Na av. 20 de Agosto: ao fundo a torre da igreja do colégio; à esquerda, reparem, as obras do Hospital São Nicolau. Era comum naqueles dias, as alunas saírem da escola no último dia letivo do ano fazendo "bagunça". O mesmo faziam os alunos da Col. Anchieta. O local de encontro era na praça Getúlio Vargas e lá praticamente todos eram jogados no tanque. O uniforme era todo rabiscado com a assinatura dos colegas, desenhos, frases. Não faltava, também, o ovo na cabeça, farinha de trigo,etc...Tempo Bão, não vorta mais, saudades nóis temos iguais! (foto extraída do mural de Anibal Margon/Facebook)

Escola Parque

Fusca, o sonho de consumo de toda uma geração. Este, com placa do Rio de Janeiro pertencia a Humberto Margon, filhode Nilo Margon e que até hoje mora na cidade maravilhosa. A fotografia, da década de 1970, foi tirada no alto do Morro de São João. Ao fundo, à direita, o Centro de Formação de Professoras Primárias - CFPP - ou Escola Parque como era chamada. Hoje, no local, funciona o Campus da UFG. )foto extraída do mural de Anibal Margon/Facebook)

Luto

Faleceu no sábado, 21 de janeiro de 2012, o Professor Jamil Barbosa. Além de professor, foi diretor escolar e vereador. à família enlutada, nosso pesar.

Rainha do Centenário

A Rainha do Centenário Nailor Campos, neta de Lourival Álvares de Campos. O local é a praça Getúlio Vargas.

No centenário

Centenário de Catalão e o desfile no gramado do Genervinoda Fonseca, em 1959. Na fotografia, alunas do Mãe de Deus.

Em 1948

Fotografia de 1948 mostrando alunas do Mãe de Deus em um desfile pelas ruas de Catalão. Aqui o local é a Av. 20 de Agosto. Observem ao fundo a grande árvore que existe ate hoje. À esquerda o imóvel onde hoje funciona a Ricardo Eletro e onde funcionou A Construtora.Mais para o canto o local onde funcionou uma agência bancária.

No centenário

Alunas do Colégio Mãe de Deus no desfile do centenário de Catalão, no gramado do Genervino da Fonseca, em 1959.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Os bloquetes estão chegando

Rua Anericano do Brasil, esquina com Praça Uberlândia e Rua Evangelino Meireles sendo preparada para receber o calçamento de bloquetes. Ao fundo, do lado direito, a Casa Elias, de propriedade de Naim Jorge Elias e do outro lado A Gloriosa, loja de Mário Cortopassi. Mais ao fundo, a farmácia de João de Melo, onde hoje está a Savana Imóveis.Observem no poste à esquerda uma pilha de bloquetes. Vindo pela antiga Av. Brasil, um caminhão Ford V8

Uma casa, um crime

Fotografia do inicio dos anos 1960, talvez fim dos 50. Av. 20 de Agosto e a residência de Antônio Ribeiro, onde foi erguida a Galeria Antônio Ribeiro e o conjunto de lojas ao lado. Ali, em 19 de agosto de 1982, no alpendre, no final de tarde, início de noite, Da. Nair Ribeiro, viúva de Antônio Ribeiro, foi assassinada com um tiro, pelo filho de um ex-funcionário da fazenda da família. Após o crime, o bandido ainda cometeu atentados contra algumas das pessoas que participaram do júri que o condenou. O assassino cumpria pena no Cepaigo, em Goiânia e estava em liberdade condicional. Em função do medo que se espalhou pela cidade, naquele ano o desfile de 20 de agosto foi cancelado. Dois dias depois, o criminoso foi morto em confronto com a polícia, na zona rural.

Encontro de Jovens

Encontro de jovens realizado em julho de 1979. Não consigo identificar todos, mas muitos deles: Jorge Democh, Marcelo Goulart, José Afonso, Terezinha, Deusani, Teodoro, antônio Fleury, Ronaldo Tavares, Marcelo Affiune, Geovani Cortopassi, Valéria Fernandes, Tereza MArgon, Mirian Paschoal, Cintia Campos, Tercinho, Derivaldo, Fausto Aires, Astério Mendonça, Chicão, Jorge, Fausto Alves, Frei Sebastião, Transvaldo, Oscar Faria Jr, ...

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Rua Normandia, Moema, São Paulo

 A minha infância, pré-adolescência e adolescência, foram vividas entre São Paulo e Catalão. No período escolar estava em São Paulo, junto com meus irmãos e meus pais, e nas férias e feriados prolongados em Catalão, na casa dos meus avós. As 3 fotografias a seguir são da rua em que morei, desde meu nascimento, no Hospital São Luís, até 1974 quando, então mudamos para Goiânia. A rua chama-se Normandia, no bairro de Moema e as casas, como o próprio nome diz, eram em estilo normando. Era uma espécie de vila, casas geminadas, agrupadas em 6 conjuntos de 6 casas (3 de cada lado da rua). Pouco tempo depois de nos mudarmos para Goiânia, as casas foram transformadas em lojas e restaurantes o que deu à rua, ares de shopping à céu aberto. O piso da rua permanece o mesmo, de paralelepípido e serviu, durante boa parte do tempo que alí morei, de campo de futebol onde o portão da casa, de um lado e de outro, era o gol. A vizinhança era de uma diversidade interessante: médicos, engenheiros, advogados, comandantes da aviação comercial, italianos, argentinos, portugueses. Foi um lugar muito bom de morar, próximo ao shopping Ibirapuerae, antes dele, havia cinemas, pizzarias, restaurantes, boas escolas, tudo bem próximo. O único inconveniente e que ainda persiste até os dias de hoje, é a proximidade com o aeroporto de Congonhas (mais ou menos 1km em linha reta) e, para o pouso, as aeronaves passam, exatamente, sobre a rua Normandia. O barulho é ensurdecedor pois que os aviões passam muito baixo. 

Aqui foi o início da transformação das casas em lojas. A arquitetura foi preservada.


A rua era pequena, uma espécie de vila. Lá, ao fundo, na Rua Cotovia, ficava a fábrica da  Q-Refresco e chicletes PLOC. Uma vez por mês, funcionários da fábrica percorriam a rua, de casa em casa, distribuindo caixas com produtos da fábrica a qual foi obrigada a deixar o local por motivos relacionados à lei de utilização dos espaços urbanos. O lado direito as casas recebiam números ímpares e do lado esquerdo, pares.

A segunda casa, onde aparece a grade branca, foi a casa onde morei, de nº 33. Hoje a numeração é diferente. Lá ao fundo, na esquina da Av. dos Eucaliptos com a Rua Jauaperi, fica a igreja N.Sra. da Esperança, construida no tempo em que eu ainda morava lá. Para construí-la, várias quermesses com barraquinhas, bazares, jogos foram promovidas para arrecadar fundos. 


Carnaval


As dua fotografias acima são de 1925 e retratam o carnaval em Catalão, chamado à época de "entrudo" e que era, aqui, liderado por Álvaro Paranhos. O local é na futura Av. 20 de Agosto, em frente onde seria erguida a sede social do CRAC. Detalhe interessante: o Açougue do Povo e Depósito da Charqueda. Quem são estas pessoas? O que faziam, com o que se ocupavam? Suas expectativas, planos, projetos de vida. Dificilmente, entre os presentes nas imagens, alguém esteja vivo. 

De Bernardo Guimarães a Cristiano Victor Rodrigues.


Duas tomadas da residência que hoje pertence ao empresário Pedro Paulo Batista e que fica na esquina da Av. 20 de Agosto com rua Bernardo Guimarães. A primeira imagem é de quando o escritor mineiro, autor de A Escrava Isaura, ali morava, em 1862, época em que fora juíz em Catalão. A segunda imagem, mostra o imóvel que sofreu uma reforma promovida pelo seu, então proprietário, Cristiano Victor Rodrigues.

Agência Municipal de Estatística


Na primeira fotografia, de 1936, mostra a Agência Municipal de Estatística, cuja sede funcionou onde viria a serconstruído o prédio da Fundação Wagner Estelita Campos - Colégio Anchieta. Na janela, o chefe da Agência, Lourival Álvares de Campos, pai de Maria das Dores Campos. Na segunda fotografia, o interior da agência e Lourival ao fundo.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

LUTO

Faleceu nesta manhã de 10 de janeiro de 2012, Lara Marra Paschoal, filha de Gilson Paschoal e Alzira Marra Paschoal. Lara é neta de Bruno Paschoal e bisneta de Sr. Júlio Paschoal. Lara foi vítima de acidente de trânsito, atingida que foi por um caminhão desgovernado. O NOSSOCATALAO presta esta homenagem aos familiares de Lara e que, em Deus Pai, encontrem o conforto para suportar esta irreparável perda. Amém!

A Fotografia


Eu considero a fotografia como uma espécie de “aditivo da memória” pois que guarda uma infinidade de informações pulverizadas na lembrança das testemunhas de determinado evento. Uma mesma imagem mostrada a um grupo de pessoas, certamente irá despertar grande quantidade de informações que cada um guarda à espera de um momento para poder divulgá-las. A sequência de fotografias  a seguir é o registro do dia a dia das pessoas, da cidade, do cotidiano, embalado pelo uso do tempo e dos espaços; pela conjugação dos verbos estar e ser; pelas necessidades e obrigações civis; e que vão construindo o edifício histórico da humanidade.
O candidato a prefeito de Catalão, José Evangelista da Rocha, em cuja chapa participou Divano Elias, na condição de candidato a vice prefeito. Eram tempos em que as condições e os recursos eram mais limitados,ao contrário dos tempos atuais em que os comícios são verdadeiras produções. No palanque improvisado na carroceria de um caminhão, a fala de José Rocha é testemunhada por João Moreira, Enio Paschoal, Silvio Paschoal e Crispim (óculos escuros). Divano Elias aparece atrás de Crispin
No Bar do Joaquim: Joaquim, cidão, Cesar Mori e Silvano do Idesc
O goleiro Nego, campeão goiano pelo CRAC em 1967 em ação em partida pelo campeonato mineiro onde atuou pelo Cruzeiro com quem foi negociado após a conquista do campeonato goiano.
O fotógrafo Bomba posando ao lado de sua motoneta da marca italiana Piaggio, modelo Vespa.
O recruta Joaquim (Bar do Joaquim) em exercício de armas. Ele serviu em Cristalina
Da esquerda pra direita: Lourenço Marques, Geraldo Evangelista da Rocha, Santim Borges, João Teófilo, Dirceu, Arari Netto, Liquim e Geraldo Rabelo em evento festivo
A presença do governador Leonino di Ramos Caiado em Catalão sendo cumprimentado por Jesus Geraldo de Melo e observados pelos irmãos Silvio e Enio Paschoal. Ao que parece a solenidade registrada ocorreu no cine Teatro Real.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Três Ranchos

O Lago da Hidrelétrica de Emborcação inaugurou uma nova fase no lazer de toda a chamada "região da estarada de ferro", principalmente, para os catalanos que ali adquiriram imóveis às margens do Lago Azul e elegeram o local como o ideal para comemorações, reuniões familiares e de amigos. As 3 imagens a seguir, do início da década de 1990, mostram grupos de amigos reunidos praticando a descontração.
Fábio Faiad, alessandro, Evaristo, Fued, Sylvim e Luciano

Cláudio Safatle, Beth, Claudine, Dione, Lara e Dadinho. Atrás: Sylvim, Fábio Faiad e Marco Antonio. Agachadas: Cristiane e Andrécia.

Marco Antonio Dahas, Sylvim, Cláudio Safatle, Evaristo. Sentados: Dadim, Fábio Faiad e Heber

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Dirigentes

Este é o corpo técnico e administrativo do Jornal Goiás e Minas. Da esquerda pra direita (em pé): o menino Lourival Álvares de Campos (pai de Maria das Dores Campos), Tomé Paranahos, Absaí de Andrade, Álvaro Paranhos e Randolfo Campos. Sentados: Francelino Franklin Ferreira, Ricardo Paranhos, ?, Mestre Quincas e seu filho, Dr. Bretas (esposo de Rita Paranhos Bretas) e Cristiano Victor Rodrigues.

Jornal Goiás e Minas II

Este é o casarão da família Paranhos. Ali morou o Senador Paranhos, assassinado em uma emboscada a poucos metros dali. No local, hoje, encontra-se o antigo prédio do Empório Goiás, na esquina da 20 de Agosto com a praça Getúlio Vargas. À época dessa fotografia ali funcionava as oficinas do Jornal Goiás Minas. Estão presentes, da esquerda pra direita: Randolfo Campos, Francelino Franklin Ferreira, Teobaldo Aires da Silva (menino), João Leal, Lourival Álvares deCampos (menino com jornal nas mãos), ?, ? Álvaro Paranhos, Absaí de Andrade, Tomé Paranhos e Ricardo Paranhos. Na janela estão Dr. Bretas e sua esposa Rita Paranhos Bretas

Em 1930

Desfile escolar no ano de 1930, na hoje Av 20 de Agosto, próxima ao Jardim Público (Praça Getúlio Vargas).
No canto, à direita, é possível ver parte do imóvel onde funcionava o cinema de propriedade de Marcílio Aires. Hoje, no local, está instalada a loja Ricardo Eletro. O imóvel de cor mais escura pertencia a Cristiano Aires e que guardou suas características arquitetôncias até bem pouco tempo atrás.