quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Um achado - Parte 2

A sequência de fotografias a seguir fazem parte da mesma coleção que foi obtida a partir de negativos que se achavam perdidos em meio ao amontoado que quinquilharias na oficina de Hélio Tartuci. Além de momentos familiares, elas mostram, também, imagens da política de Catalão.
 Concentração da carreata do então candidato a prefeito de Catalão, Antônio Chaud em 1954

 A carreata passando pela Praça Getúlio Vargas. No alinhamento dos imóveis à esquerda, nota-se a casa de Misael Nogueira, que ainda existe até hoje; o imóvel que abrigava uma agência bancária e que foi bar e abrigou o HSBC; e em primeiro plano, o local onde funcionou a COTELGO, Cia. Telefônica de Goiás e onde hpje funciona uma loja de brinquedos e utilidades.

 Outra tomada da concentração antes da carreata

 Acredito que esta fofura seja Maria Rita Tartuci, filha de Wisner Tartuci e D. Lúcia e neta de Cyro Netto e Aída Bretas Netto

 João Enéas e a irmã Maria Antonieta, com a sobrinha Maria Rita no colo, creio. À esquerda o sobrado onde funcionou, em seus primórdios, o Salão de Festas do CRAC (na parte superior) e ao lado, a Farmácia Felicidade. Em primeiro plano, a casa de Dr. Heber Campos, que existe até hoje e ainda pertence à família. 

Lúcia Netto Tartuci com a filha Maria Rita.

Debutantes


Na primeira fotografia Iris Rosa Fayad, Beatriz Fayad, Belisa Gomides e Tânia Tartuci. A primeira à esquerda quem será?. Na segunda fotografia Belisa Gomide e Tânia Tartuci. São as debutantes em meados da década de 1970 e que participaram do tradicional baile que todo ano era promovido, salvo engano, pelo Rotary club de Catalão. Eventos como esse em que um grupo de garotas eram homenageadas ao completarem 15 anos, com o passar dos anos, perdeu o glamour. Para abrilhantar os bailes, artistas globais eram figuras presentes. em Catalão estiveram, por exemplo, Luìs Gustavo, Carlos Eduardo Dolabela, Alexandre Frota, entre outros.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Antônio Granado, o Tonim Português


Personagem dos mais conhecidos em Catalão foi Antônio Granado, o popular Tonim Português. 
Natural de Vilarinho dos Galegos, Portugal, no departamento de Trás os Montes, Tonim desembarcou em Santos onde trabalhou de motorista do Bispo de Santos, Monsenhor Primo Vieira. Passou por São Paulo e depois Catalão, onde resolveu fixar residência. O tal Bispo de Santos é parente de Geraldo Vieira Rocha o que, de acordo com o Tonim (filho) deve ter tido alguma influência na vinda de Antônio Granado para Catalão. Na fotografia Tonim Português (à esquerda) ao lado de Geraldo, pai do Jean da Academia. 

Jeep

Tonim Rocha Granado e o tio Francisco Granado. A fotografia foi clicada em frente ao comércio da família,  uma panificadora (Adriana era o nome, salvo engano) que ficava na rua Moisés Santana, quase esquina com a Wagner Estelita Campos. Ao fundo a sede administrativa da Cooperativa de Catalão e a cobertura do POsto. Tonim está sentado em um Jeep

Família de Dona Cícera


Família de Dona Cícera Rocha Granado, esposa de Antônio Granado, o Tonim Português. De macacão é irmão de D. Cícera, Geraldo Rocha, o de bigode também e se chamava José Rocha; a senhora de óculos é D. Belarmina, mãe do Luisinho do Banco do Brasil de Goiandira; o de blusa escura se chama Martins e hoje reside em Nerópolis; Ilda Rocha, também irmã de d. Cícera; Aldice, sobrinha de Cícera já falecida.
O garoto é Tonim filho.

Primos


À esquerda  Antonio Rocha Granado, o da direita seu primo, que mora no Guarujá, Eduardo Lopes Granado. Esta foto foi tirada na casa que pertenceu ao Sr Wisner Tartucci, na XX de Agosto, onde hoje mora o Jânio Ferreira...o ano ??? 1964.

Uniforme de gala

Tonim Rocha Granado trajando o uniforme de gala do Colégio Anchieta em dia de desfile. A fotografia foi clicada na Praça Getúlio Vargas vendo-se ao fundo a sede social do CRAC e o Bar e Restaurante Irapuan. Uma bandeira do Brasil tremula ao lado do Monumento que homenageia os combatentes da II Guerra.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Júlio Paschoal

O patriarca dos Paschoal, seu Júlio, e sua grande família 

Churrasco

O da direita é José Silvio Paschoal Salles segurando um espeto de churrasco.

Na beira do rio

José Silvio Paschoal, Anibal Margon e Roberto Paschoal

A cantora

A menina Suely Paschoal e seu violão, uma parceria que, até hoje, vem fazendo sucesso pelos palcos goianos. Suely, filha de |José Salles e Natália Paschoal Salles, é cantora e se apresenta com frequência em shows e bailes.

Catalão - Rio de Janeiro

Estudantes catalanos que moravam no Rio de Janeiro na década de 1970: José Maurício, José Silvio, Roberto Paschoal, Bernardina Gomides e Florindo Gomides Braga. Atrás o Turbo Real, ônibus da Real Expresso que fazia a ligação São Paulo-Uberlândia. Havia uma empresa que fazia o percurso Uberlândia-Rio de Janeiro, a Normandy. Todavia, quando não havia passagens disponíveis, pegava-se o Real para São Paulo e de lá, pegavam a Viação Cometa que disponibilizava ônibus de hora em hora para a cidade maravilhosa.

Carnaval CRACbeleza

As primas Mércia Netto da Paixão e Maria Mônica Netto Oliveira no Carnaval do CRAC em 1978

Despedida

Na década de 1970 Levi Pereira Martins, filho de Cassiano Martins e Áurea Pereira Martins, passou uma temporada no Canadá na condição de Exchange Student. De acordo com José Silvio Paschoal as duas fotografias acima registram a festa de despedida de Levi, ocorrida na Usina Martins, onde Levi morava com a família. Estãopresentes: José Antônio de Paula (hoje compadre de Levi), as irmãs Belisa, Bernadete e Bernardina Gomides, Ricardo Margon, Juarez de Melo, Eduardo Tartuci, Elias Safatle Jr., José Sebba filho, Bebeto Netto da Paixão, Anita Gomides Braga, Kléber Garcez e outros

terça-feira, 21 de agosto de 2012

20 de Agosto de 2012

20 de agosto de 2012. Catalão completa 153 anos de emancipação política. Como tem acontecido nos últimos anos, a Associação Estradeiros do Bem é convidada a participar do desfile em comemoração a data. As fotografias a seguir registra a nossa participação e aproveitamos para desejar...





O Casarão

Domingo, 19 de agosto de 2012, participei da comemoração de mais um aniversário do amigo Beto Xibiu, na propriedade rural da família. Como dito em outra oportunidade, a propriedade pertenceu a Olegário Martins, pai do professor João Martins que, aliás, nasceu ali. O casarão que existe até hoje data do início do século XX e guarda a arquitetura original. Mais uma vez, aproveitei para praticar minhas quase habilidades de fotógrafo o que gerou a sequência de fotografias a seguir.








terça-feira, 14 de agosto de 2012

Um achado

As fotografias a seguir são marcadas por um fato interessante. Elas foram obtidas a partir de negativos que permaneceram perdidos em meio a uma montanha de quinquilharias por, pelo menos, nos últimos 50 anos, motivo pelo qual as imagens não são das melhores. De qualquer forma é possível notar que se trata de uma "farra" regada a muito choppe e, entre os farristas, é possível identificar Wisner Tartuci, Jarbas Rabelo e Polastrino. Se entre os seguidores do NOSSOCATALAO houver quem identifique mais alguém peço o favor de deixar um comentário. Vejam as fotos e observem que a turma está, literalmente, encharcada de choppe. Os negativos pertencem a Wisner Tartuci e as fotografias me foram cedidas pelo Zé Maurício.













quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Passeio

A sequência de fotografias a seguir é um passeio urbanístico por Catalão em um período que vai de meados do século passado até os primeiros anos deste século. É uma oportunidade de observar o que mudou, o que foi preservado na cena urbana de Catalão.
Hotel Matriz, que já foi Pensão Esperança e Mara Hotel. Situa-se na Praça D. Emanuel, a praça da Velha Matriz.  A construção ainda existe e guarda muito de suas características originais

 Neste casarão morou Mário Nicoletti, um dos irmãos proprietários da Panificadora São José. Situa-se na esquina da Av. 20 de Agosto com Ricardo Paranhos

 A casa da Mariazinha. Uma das relíquias urbanas de Catalão, desde sua construção até os dias de hoje, ela guarda suas linhas arquitetônicas originais, fica na Av. 20 de Agosto próxima à Delegacia de Polícia.
 O Prédio do Alvim. Embora sua arquitetura se mantém, alguma modificações foram realizadas por seus proprietários atuais. Erguido por Álvaro de Mendonça Netto, ali funcionou a Imobiliária Mendonça Netto, empreendimento que se dedicava ao ramo da construção civil, no final dos anos 1950, início dos 60. Pelo lado esquerdo faz divisa com a residência que pertenceu ao casal Jerònimo Vaz / Matilde Margon Vaz, pais do ex-prefeito Haley Margon. Com a imagem ampliada é possível ver uma das cadeiras que ficavam no alpendre da casa e que servia às frequentes visitas que o casal recebia. Uma obra de arte ainda resiste à ação do tempo: trata-se de uma gravura do Morro de São João, montada em azulejos e fixados no alto do prédio. A obra de arte, salvo engano, é de autoria de artista europeu.

 Esta casa pertenceu à familia de Nilson Ribeiro, filho de Totõe Ribeiro. Hoje pertence ao imigrante árabe Philippe Damech, o mais velho imigrante com vida morando em Catalão. A perte da frente da casa foi toda transformada em pontos comerciais. Fica na esquina da Rua Egerineu Teixeira e Av. 20 de Agosto (esquina da Caixa).
 A casa de Frederico Campos onde, depois, veio morar o escritor e ferroviário, Cornélio Ramos.
 O Cine Teatro Real com suas linhas originais. Hoje, transformado em ponto comercial, tem a fachada escondida por painel de identificação da loja. Na fotografia nota-se do lado esquerdo a fachada da Boite 88, que funcionou no final dos anos 1990.

Esse Casarão, na Rua Nassin Agel com Cristiano Aires pertence a familia de João Lucas  Antigamente ali era o armazem (venda) de Rodolfo Lucas e  João Lucas. Fica na esquina da Rua Nassim Agel com Av.Crsitiano Aires.