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segunda-feira, 19 de abril de 2010

Luto



sexta-feira, 16 de abril de 2010

Da. Yayá

Rosentina de Sant'anna e Silva, a Da. Yayá que empresta seu nome a escola que funciona no Bairro São João. Exerceu o magistério em Catalão durante 35 anos a partir da década de 1920.
Da. Yayá faleceu no dia 3 de fevereiro de 1985, aos 94 anos em Belo Horizonte. Dr. Jamil Sebba recorda de como eram divulgados os resultados dos exames finais: "Da. Yayá pegava o caderno com os resultados e nos deixava naquela expectativa louca do passei, não passei. Os exames só eram feitos no fim do ano e na banca examinadora me lembro do vulto negro e bem vestido de Manuel Dias, tambémde Zoroastro Artiaga. Da. Yayá dava a leitura das notas um cunho solene. O silêncio de nossa expectativa só era quebrado pelo estalar de dedos ou esfregar de mãos
- João Batista da Paixão: promovido, ótimo com louvor - média 98
- Rio Branco Paranhos: promovido - plenamente - grau 80
- Sebastião de Sant'anna e Silva: promovido - plenamente - grau 70.
E a veneranda mestre, impassível à nossa tortura e ansiedade, de vez em quando pronunciava um nome acompanhado da palavra "reprovado".

Externato Sant'anna

Fotografia, indescritivelmente, interessante. Conforme inscrição, data de maio de 1927 e mostra a então sede dos Correios e o local onde funcionou o Externato Sant'ana onde Rosentina de Sant'anna e Silva alfabetizou, com total esmero, figuras que se tornariam profissionais de gabarito e ilustres catalanos. Sobre Da. Yayá escreveu Dr. Jamil Sebba: "Falar de Da. Yayá, talvez a última irmã de Moisés Sant'anna, o valente jornalista que o Brasil possuiu, seria tentar reviver a alfabetização de Catalão na década de 1920. O casaraõ onde funcionava a Agência do Correio, com a escola ao lado - Externato Sant'anna - com aquelas escadas de pedra tapiocanga, ásperas, marrons, machucando a quem de leve nelas esbarrava. Ai Da. Yayá! Quanta saudade nós, os velhos, guardamos de quando fomos meninos na sua escola...
O local onde funcionou o Externato Sant'anna e a agência dos Correios é onde, anos depois, seria construída a casa de Da. Matilde Margon, mãe de Haley Margon e onde o Advogado João Margon foi assasinado 2 anos atrás

Presidente Roosevelt em Catalão?

Da esquerda pra direita: Carlos Goulart, FRanklin Delano Roosevelt (é esse mesmo o nome do rapaz homônimo do presidente norte americano, e que tinha o apelido de Coquim) e Jair Sebba Fayad, filho de Naim Fayad e Estrêla Sebba Fayad - a Cutucha, como era conhecida.

Sapo

Fotografia, acredito, ser de algo em torno de 40 anos atrás. Nela vemos Sapo (o senhor do meio) popular figura catalana, muito requisitado para cantar leilões em festas populares, como a própria Festa de N. Sra. do Rosário. Sapo, já falecido, é pai de Godô, que possui um Bar/Restaurante muito frequentado no Bairro Jd Brasília, salvo engano. O menino à direita de Sapo é Sebbinha, primo do deputado Jardel Sebba e que foi (ou é) prefeito da cidade de Montevidiu, no norte de Goiás, quase fronteira com Tocantins.

Haley prefeito e vereadores

O então prefeito de Catalão Haley Margon e os vereadores Valdeval Florisbelo e João Sebba Neto em um evento que, pela imagem, dá a entender ser a assinatura de algum projeto de envergadura para Catalão. Excepcionalmente, os prefeitos e vereadores eleitos em 1982 tiveram seus mandatos prorrogados para 6 anos (até 1988) para que as eleições municipais não coincidissem com as de deputados, senador, governador e presidente.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

A velha Matriz

Nos primórdios da Velha Matriz, ela era a Igreja de N. Sra. do Rosário. Posteriormente, como parte de um processo em que igreja católica e Irmandade de Nossa Senhora do Rosário viviam às turras, houve uma permuta desta pela atual Igreja de Nossa Senhora do Rosário.

Igreja do Rosário

Duas fotografias da Igreja do Rosário com um intervalo de tempo em torno de 50 a 60 anos. As mudança ocorreram não só na parte de urbanização, como também algumas residências sofreram modificações. A própria igreja, observem, sofreu mudanças na sua arquitetura. Particularmente, acho a arquitetura original bem mais agradável. A atual me parece sem vida.

Nova Matriz

Fotografia das mais interessantes. Ela mostra a Nova Matriz em uma época em que havia poucas construções na vizinhança. À esquerda é possível ver a Gruta e à direita a Casa Paroquial da mesma forma como é hoje. As ruas ainda são de terra, a Av. Raulina, talvez, ainda nem fizesse parte de algum projeto urbanístico. Na João XXIII, asfaltada pelo prefeito Bento Rodrigues de Paula nem meio fio possuía. E mais à esquerda o famoso Pasto do Pedrinho em cujo riacho a molecada se divertia. Velhos tempos, belos dias...

O Colégio Anchieta

A 4 fotografias a seguir, como diria alguém motivado por enorme saudosismo, "é de doer no coração". Elas mostram que o prédio que abrigou um dos símbolos da educação, não só em Catalão, mas de toda a chamada região da Estrada de Ferro, o Colégio Anchieta, está sendo demolido. Por vários anos o prédio esteve entregue ao abandono, servindo, de acordo com informações, de ponto de venda e consumo de drogas e prostituição. De iniciativa do Advogado João Margon (assassinado em sua residência em 2008), o colégio entrou em atividade no ano de 1966 no prédio que pertencia à Fundação Wagner Estelita Campos e onde, no horário noturno, funcionava, também, a Escola de Comércio onde era ministrado curso técnico de Contabilidade. Em 1969 João Margon, então diretor do Anchieta, juntamente com outros catalanos, foi preso pelo Exército que aqui desembarcou motivado por denúncias de atividades subversivas. Eram os anos de chumbo da ditadura Militar. Após ser solto, João Margon foi proibido de retornar à direção da escola, cargo que passou a ser ocupado pelo Prof. Adilson Aires que ali permaneceu até o encerramento das atividades do estabelecimento de ensino. Nas fotografias pode-se ver que as paredes internas vão sendo derrubadas uma a uma. A Fundação Wagner Estelita Campos foi fundada em 1951 e o prédio inaugurado em meados da década de 1960.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Correção

Corrigindo informação sobre a mudança dos comerciantes do Mercado Velho para o local onde hoje está o SENAC, o fato ocorreu durante a adminsitração de Divano Elias e não de Silvio Paschoal, como havia publicado.

A Santa e a alta cúpula da Irmandade

Esta fotografia mostra N. Sra. do Rosário no andor, ladeada pela realeza da Irmandade. Pelas características da construção (portal em arco e uma coluna de cada lado) acredito que seja a Igreja de N.Sra. do Rosário quando ainda não havia recebido o reboco. O senhor de terno escuro, à direita, no alto é Sabino (pai do Sabininho, que possuía uma serralheria logo abaixo do Col. Mãe de Deus). De acordo com informações, o garoto mais jovem à esquerda, ao lado do andor, é o mestre de obras Tãozico. O senhor mais à direita de perfil é Eutálio Pereira, figura das mais relevantes no cenário da Irmandade do Rosário. Esta fotografia acredito ser da década de 1940

A igreja do Rosário


A Igreja de N.Sra. do Rosário fotografada em meados do século passado. É possível notar que o Largo do Rosário ainda não havia sido urbanizado. Algumas casas mostradas aqui ainda hoje preservam traços da construção original. Outro detalhe interessante é a presença do chafariz ao lado da igreja

A Igreja caiu

Cena dramática na vida dos catalanos foi o desmoronamento da Igreja de N.Sra. do Rosário ocorrido cerca de 25 a 30 anos atrás.

Congada na Sapucaí

A Congada de Catalão desfilando no carnaval na Marquês de Sapucai. Em primeiro plano aparecem Eurípedes e Edson Arruda. Atrás estão Joel Fernandes (Detran) e Elson Arruda. Mais à esquerda e atrás está Zoim (pintor).

terça-feira, 13 de abril de 2010

O monumento

Entre as duas fotografias a seguir, existe um intervalo de tempo de aproximadamente 60 anos. Na primeira, já publicada anteriormente, o envento mostrado é a inauguração do Obelisco em homenagem ao Pracinha da II Guerra Mundial, na Praça Getúlio Vargas em 1946. A homenagem foi uma iniciativa do Rotary Club de Catalão. Da campanha da Força Expedicionária Brasileira - FEB na II Guerra Mundial, participaram os seguintes pracinhas catalanos: Aldemar Ferrugem (morto em combate), Geraldo Martins, Manoel Camilo Neto, João Kotnik, João Pinto de Melo, Virgilino Caixeta e José Ângelo. Outros pracinhas foram convocados mas não chegaram a embarcar para a Itália. Um detalhe interessante: nessa época, reparem, o Cine Teatro Real e o prédio de William Tartuci, na esquina da Praça com a Av. 20 de Agosto, ainda não haviam sido construídos. O extenso muro ao fundo cerca a área onde ficava a residência do senador Antônio da Silva Paranhos, assassinado em fins do século XIX. Era um casarão que ficou conhecido como "O casarão dos Paranhos". Na segunda fotografia o mesmo monumento é mostrado nos dias atuais. A vegetação da praça, hoje, é bem mais variada. Contudo está merecendo muito mais cuidado.

60 anos de distância

O intervalo de tempo transcorrido entre as duas imagens a seguir, gira em torno de 60 anos. Detalhe curioso é que o banco que aparece na primeira fotografia com a inscrição "N & Filhos" é o mesmo que aparece na segunda fotografia. A diferença é que hoje o banco apresenta sinais de vandalismo e está com o assento todo quebrado. A casa de Mizael Nogueira, reparem, apresenta sua forma original perfeitamente preservada. No local onde funcionou o HSBC, já acomodou uma outra agência bancária, o Banco do Comércio, salvo engano. E ali mesmo, funcionou o comitê da candidatura de Leovil e Bento (prefeito e vice respectivamente), na década de 1960. Posteriormente, funcionou o Bar Taco de Ouro. Onde hoje está erguido o prédio da Farmácia Felicidade funcionou o elegante salão de festas do CRAC. Algo que nos chama a atenção, na segunda fotografia, é o estado de abandono emque se encontra a Praça Getúlio Vargas, canteiros por serem podados, capina do mato por ser feita etc. E o tanque com a água parada, não seria um criatório do mosquito da dengue. Em muitas cidades do Brasil empresas unem esforços com o objetivo de preservar os logradouros públicos vizinhos das empresas. É uma questão de consciência. Imaginem se as empresas vizinhas da Praça Getúlio Vargas se unissem para cuidar dela. Poderiam até fazer uma troca, tipo pagar um funcionário em troca do IPTU. Mas quem é que se importa em cuidar de uma praça?

segunda-feira, 12 de abril de 2010

João Sebba

O hoje médico João Sebba Neto, filho José Sebba e Da. Olinda. Na fotografia ele aparece devidamente paramentado com o uniforme do Terno Moçambique, para cumprir voto que sua avó, Da. Aviduque, lhe fizera.

Vera Sebba

Vera Sebba, filha de José Sebba e Da. Olinda. Vera é mãe de Rafael Sebba, o apresentador do Globo Esporte da Tv Anhanguera.

Família de Farid Miguel Safatle


Em pé da esquerda para direita: Jamil, Nazir, Elias, Mari, Michel,
Da direita para esquerda: Nadima, Nazira, Amin, Lourdes, Nadim e Farid. Nesta fotografia não aparece o caçula Paulo.

Quando a vaidade é o que importa

A ocupação de espaços para a construção de estruturas com o objetivo de atender a população é algo muito sério em Catalão. Fruto muito mais da vaidade dos administradores públicos do que de um estudo detalhado e criterioso, algumas obras públicas tiveram que ser demolidas pois, num curto espaço de tempo, se mostraram insuficientes para a atender a demanda pelos serviços que elas deveriam oferecer. A Estação Rodoviária, que cedeu lugar ao atual prédio da prefeitura, não durou mais que década e meia. O local escolhido para a nova rodoviária, sem critério algum, foi o alto do morro das 3 Cruzes, onde qualquer ampliação que visasse atender a sempre crescente demanda da população pelo transporte rodoviário intermunicipal, se mostrou inviável. Dali, ela foi transferida para o alto do Bairro São João e, da mesma forma, um local sem perspectivas de futuras ampliações, além de não oferecer um mínimo de conforto aos usuários. Mais ainda, prejudicava o fluxo do trânsito nas imediações. Outras obras fazem parte do rol de absurdos urbanos cometidos por administrações mais preocupadas em deixar sua marca do que praticar o planejamento urbano consciente. Mas isso é outra história. Abaixo, dois momentos da Estação Rodoviária, quando esta funcionava no alto do Morro das 3 Cruzes. fotografias de 1983

Do alto do morro...

Fotografia posterior ao ano de 1950, tirada do altodo Morro de São João. Nela é possível perceber algumas construções, das mais importantes e simbólicas da cidade: a Santa Casa, o cinema e o prédio do Alvim.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Platéia Atenta.

Neste evento, a presença de Cláudio Chini (de blaser vermelho). Atrás dele me parece ser Dedé Baiano. A garotinha de Rosa é Paula Abrão e ao seu lado me parece ser sua irmã Fabiana. Bem à esquerda está Kalil Abrão. Identificamos, também, Da. Elza do Eutáquio. O local, pelas colunas e o piso de taco, suspeito, é o Salão do CRAC e a platéia, nota-se, está atenta à fala de algum palestrante.

Imortais

Imortais da Academia Catalana de Letras: Prof Chaud, Dan, Cornélio Ramos e Dr. César Ferreira.

Os foliões

Os foliões João Sebba e Maria Célia no carnaval do CRAC, na década de 1970.

No Serra Dourada


Fotografia da década de 1990, ao que tudo indica, nas cabines de rádio do Serra Dourada, durante, quem sabe, um jogo do CRAC. Da esquerda pra direita: Corujinha, Ricão, Eurípedes Pereira, Paulo Cesar, Galvão Bueno, J de Oliveira e ...

Bruno e João Paschoal

Bruno e João Paschoal. Fotografia que, pelo automóvel, deve ser do início da década de 1930.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Da. Mariazinha

Em se tratando da educação escolar em Catalão, alguns nomes figuram entre aquelas pessoas cujo trabalho, embora realizado décadas atrás, repercute até os dias atuais, na vida de muitos catalanos. Nomes como Rosentina de Sant'anna (a Da. Yayá), Antônio Salles, Aguinaldo de Campos Netto, Lourdes Netto de Campos, Prof Chaud são apenas algumas dessas personalidades que fizeram do "ensinar" um sacerdócio. Muitos outros nomes, obrigatoriamente, devem compor a lista acima, mas, certamente, não sobraria espaço. Entretanto, Maria das Dores Campos, a Da. Mariazinha, é figura carimbada na educação formal de nosso município. Filha de Lourival Álvares de Campos e Da. Felicidade, Mariazinha é patrona da Fundação Cultural e que leva o seu nome.

Farid Miguel Safatle

Farid Miguel Safatle e Da. Nazira. Farid é filho de Miguel João Safatle, o Gidu, que viveu 110 anos. Miguel João, juntamente com os filhos, alavancou inúmeros empreendimentos comerciais e industriais tão logo desembarcou em Catalão, vindo das terras árabes. No rol de negócios estão Máquina de beneficiar arroz, Fábrica de Manteiga, Armazém, etc.

João Miguel Safatle

João Miguel Safatle e Evelina Tuffic Chauí. São os pais de Dr. William Safatle (Hosp. São Nicolau), Da. Natália (mãe do Ricardo da Honda), Landinha (esposa de Kardec), Mário e de Naim. João Miguel Safatle ou o "João do Farid", como era conhecido, foi figura funadamental em uma das obras mais importantes de Catalão, erguida na década de 1970: o Hospital São Nicolau que, durante décadas, esteve sob a batuta de seu filho, o médico Dr. William Safatle.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Casa de Arary

Casa de Arary de Campos Netto, situada na rua Pedro Ludovico em frente à Unimed. Uma das poucas casas construídas em torno dos anos 1930 e que ainda preserva sua forma original. Da. Josefina, esposa de Arary e irmã de Joana Gomides (esposa de Halley Margon) ainda reside na casa.

Faz. Ribeirão

Sede da Fazenda Ribeirão, de propriedade de Antônio Ribeiro. Hoje, praticamente dentro do perímetro urbano, é limítrofe do Loteamento Leblon e bairro Ipanema. A casa ainda existe e preserva sua arquitetura original.

Marlitt e cunhadas

Marlitt Mendonça Netto Faiad, a primeira à esquerda, juntamente com suas cunhadas Evelina, Labiba e Júlia Faiad, todas irmãs de Dr. William Faiad.

René Deckers


René Deckers, belga de nascimento, chegou em Catalão em 1932. Em seu país, formou um Quinteto de Câmara. Na fotografia acima ele é o primeiro à esquerda. Em Catalão, além de ensinar música, René atuava, também, como agrimensor. Sua última morada em nossa cidade, foi uma chácara onde hoje está o Condomínio dos Buritis, ao lado do Ibama.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Clipes clássicos

A seguir vocês poderão assistir a 4 clipes históricos. O primeiro é de um dos maiores clássicos da música romântica italiana: In ginocchio da te. Interpretada por Gianni Morandi a música esteve presente no topo das paradas de sucesso na década de 1960. Em seguida um clássico da propaganda brasileira em que o produto anunciado é o popularíssimo Fusca, um dos carros mais vendidos no mundo inteiro. Depois, outro clássico da propaganda nacional, protagonizado por ninguém menos que Adoniram Barbosa, para a cerveja Antárctica. Por fim uma sequência clássica do cinema, no filme "Amargo Pesadelo" em que um menino portador de deficiência mental trava um duelo com seu banjo e o violão de um forasteiro. O filme, protagonizado, entre outros, por John Voight, desfilou na telona do Cine Teatro Real, na década de 1980. Divirtam-se.

Gianni Morandi

Fusca

Cerveja Antárctica

Dueling Banjos

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Sebastião Gomes Pires

Sebastião Gomes Pires (filho de Jocelyn Gomes Pires), sua esposa Da. Maria Júlia Pires e os filhos Siloé, Oliveiros, Dimas, Djalma, Dilson, Noemi, Judith e Rony. Além destes que aparecem na fotografia são, também, filhos do casal: Ruth, Geny, Dinah e Roldão.



O relógio marca: foi o tempo...

Vista panorâmica da Praça Getúlio Vargas com destaque para a Torre que, em outros tempos, trazia charmoso relógio em seu ponto mais alto. Nesta fotografia, da década de 1970, o relógio já havia sido retirado. Mais adiante, criminosamente, em minha opinião, todo o conjunto foi demolido pela adminsitração municipal. Enquanto em muitas cidades existe uma mentalidade, culturalmente, empenhada na preservação do patrimônio histórico-arquitetônico, aqui esta preocupação inexiste. Dessa forma, monumentos de grande valor histórico e de acesso para toda a população, são demolidos para beneficiar, tão somente, quem possui veículo automotor. Um absurdo.

Banda


Banda de música de Catalão regida pelo Maestro João Piraí (em pé à esquerda) e que se apresentava no coreto do Jardim Público (hoje Praça Getúlio Vargas). Fotografia que nos remete à década de 1920.

Da esquerda pra direita, de cima para baixo:

1ª fila: Manoel, Ulisses, José Luiz, Adolfo, Jorge Democh, Gaudêncio Rocha, Ildebrando Borba, Sebastião da Rita, Batel (engraxate);

2ª Fila: Chico da Lorinda, Pedro Luzia, José de Campos Netto, Lassí Piraí, José Righetto, Luiz Rocha, Sebastião Rocha, Alberto Mendes, Teófilo Nonato, Chico Leite, Erotildes Mendes;

3ª Fila: Umberto Righetto, Cacildo Paranhos, João Rabelo, Arary Netto, Eutálio Pereira.



A Cruz do Anhanguera

Esta é a Cruz do Anhanguera deixada em solo catalano pelo bandeirante e que foi transferida para a então capital do estado, cidade de Goiás Velha, com respaldo oficial. Ali ela permaneceu desde 1916 até ser levada pela inundação que assolou a ex-capital, não faz muito tempo.
Documento datado de 1916 em que o Juiz Dr. Luíz do Couto oficializa a transferência da Cruz do Anhanguera de Catalão (alto do Morro de São João) para a então capital do estado Goiás Velha.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Feliz Páscoa a todos e que a Paixão de Cristo nos faça seres cada vez mais apaixonados por uma existência pacífica, saudável, honesta e comprometida com o bem estar geral.

Mercado Municipal

Local dos mais populares de Catalão,foi o Mercado Municipal. Ali os catalanos faziam as compras necessárias a prover a despensa de casa. Durante a administração de Silvio Paschoal,se a memória não me falha, os donos de bancas foram convidados a se transferirem para a nova sede (onde hoje está o SENAC). Muitos não quiseram ir e os que foram, retornaram ao antigo prédio. Anos depois, com a venda do imóvel e com a intenção de transformá-lo em algo mais moderno, os comerciantes tiveram que sair e cada um se estabeleceu em pontos espalhados pela cidade. Um deles, e dos maisconhecidos, é Oswaldo, da Frutaria do Oswaldo, na esquina da Leopoldo de Bulhões com Saturnino de Castro. Esta foto não é das mais antigas, data, provavelmente, do início deste século. Contudo, a arquitetura do velho imóvel permanece a mesma desde sua construção, em meados do século passado.

Catalanos

José Sebba, Nilson Ribeiro (filho de Totõe Ribeiro, irmão de Lúcia Ribeiro), Chico Dário e Chico Cassiano.

Dr. Chiquinho

O médico ginecologista e catedrático Francisco Victor Rodrigues, filho de Cristiano Victor Rodrigues e Da. Amazília Campos. Em sua época foi um dos grandes da medicina no Brasil e dos mais respeitados no estrangeiro. Traduziu para o português vários livros sobre sua especialidade. É autor de inúmeras obras científicas. Foi Eisenhower Fellow e membro da Academia Nacional de Medicina. Faleceu no Rio de Janeiro em fevereiro de 1962 e, nas palavras de Dr. Jamil Sebba, "abriu no magistério brasileiro uma lacuna difícil de ser preenchida

Joaquinzim

Este é o Joaquinzim, figura assídua na cena urbana de Catalão. De estatura muito pequena, Joaquim, sempre que solicitado pelas pessoas que encontrava em seu lento vagar, ensaiava passos de dança, como se estivesse presente a algum pagode.

SAntilo

Outra figura folclórica de Catalão foi Santilo, popularmente conhecido por Boca de Jaú. Frequentava, quase sempre, as cercanias do bairro N.SRa. de Fátima, trajando uniforme de terno de congo, quepe na cabeça, muitos adornos e uma bolsa à tira colo. Era pessoa pacata, todavia, se alguém o chamasse de Boca de Jaú enfurecia-se a atirava pedras ou o que fosse que estivesse ao alcance. Observem o adesivo de campanha de Mauro Faiad para prefeito, grudado em seu quepe.