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terça-feira, 15 de maio de 2012
A população fazendo a história
A história de uma sociedade, de um povo não implica, apenas, fatos e eventos marcados pelo heroísmo, pela nobreza de atitudes, pela prática do bem., pois, como bem se sabe, a bondade é apenas uma característica que sobrevive em meio ao conjunto de outras ações nem tanto benévolas. O olhar crítico pela cena urbana pode captar indícios que venham demonstrar o grau de civilidade de um povo. As 4 fotografias acima comprovam aquela afirmativa: a 1ª fotografia é de um incêndio criminoso ocorrido em 2010, no Pasto do Pedrinho, crime,aliás, que permanece impune; a 2ª e a 3ª fotografias são da continuação da Rua Leopoldo de Bulhões já no bairro Santa Helena e mostram outro crime ambiental e a falta de civilidade de algumas pessoas que espalham sua sujeira por locais quem não lhes pertecem e que, ainda, colocam em risco a saúde da população; e a 4ª fotografia, tirada no Morro de São João, mostra a vocação para o vandalismo de parcela da população. Em cada uma das hastes fixadas ao solo havia uma luminária as quais foram roubadas.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
sábado, 12 de maio de 2012
Amigos.
Acredito que, através do NOSSOCATALAO, eu esteja, de alguma forma, prestando um serviço à comunidade, permitindo, democraticamente, que as pessoas tomem conhecimento de fatos e pessoas que fizeram e fazem a nossa história. Acho, ainda, que não somente eu, mas todos têm um compromisso de fomentar o debate, oferecendo informações, dados e opiniões sobre os assuntos e questões que achar pertinentes. Publico abaixo e-mail que recebi de um amigo, morador do Pontal Norte, o qual expressa uma preocupação das mais sérias. Leiam com atenção.
Acredito que, através do NOSSOCATALAO, eu esteja, de alguma forma, prestando um serviço à comunidade, permitindo, democraticamente, que as pessoas tomem conhecimento de fatos e pessoas que fizeram e fazem a nossa história. Acho, ainda, que não somente eu, mas todos têm um compromisso de fomentar o debate, oferecendo informações, dados e opiniões sobre os assuntos e questões que achar pertinentes. Publico abaixo e-mail que recebi de um amigo, morador do Pontal Norte, o qual expressa uma preocupação das mais sérias. Leiam com atenção.
Senhores bom dia,
Primeiramente parabéns pelos ótimos trabalhos realizados em seus
blog`s, sou um leitor assíduo e tenho o costume de visitar cada um dos
blog`s. Sou defensor da valorização das pratas da casa, sites da nossa
cidade são prioridade para mim e todos a quem recomendo leitura. Há um
fato que ocorre em Catalão que esta me deixando com uma pulga atrás da
orelha, é o mal cheiro que surge aqui na cidade todos os dias por volta
das 18 e se estende até as 20 horas. Converso frequentemente com as
pessoas e percebi que muitas dela não sabem a origem e confundem o mal
cheiro com esgoto, proeza do vizinho, cheiro de barata e por ai vai. O
que me deixa encucado é que se fosse algumas dessas causas, como o
esgoto, esse cheiro seria constante e não somente neste horário.
Ainda por cima, percebi que quarta e quinta feira o cheiro não apareceu
e feliz da vida fui assistir ao jogo do Fluminense e Internacional pela
Libertadores. Findado o jogo, por volta da zero hora de hoje, percebi o
terrível cheiro novamente. A impressão que tive foi que esse cheiro é
programado, como uma espécie de processo, ou seja, alguma coisa (ou
empresa) tentando mudar o horário de liberação de carga ou mesmo fase do
processo para que a população não percebesse.
O problema é justo esse ai, senhores. Não percebemos algo e situações
que estão a nossa volta. Eu defendo a ideia que esse mal cheiro seja
investigado e publicado a origem para que possamos tratá-lo antes que
algo mais sério aconteça. Quando falo algo mais sério, me refiro a
tragédias que aconteceram, acontecem e virão a acontecer no decorrer do
mundo. Os habitantes de Bhopal, Índia, nunca imaginariam que a empresa
Union Carbide iria liberar gases tóxicos e contaminar o solo e a água da
região. O habitantes de Chernobyl, Ucrânia, também sofreram por
negligências técnicas na usina nuclear e até hoje são testemunhas de
cidades abandonadas e bebes deformados.
Pode parecer que estou abusando, priorizando muito o fato, falando
bobagens mas não gostaria de virar estatística, de um me transformar em
uma vítima de alguma empresa estrangeira que finge se preocupar com o
meio ambiente e a sociedade. A verdade é que o progresso da região se
deve a história destas empresas aqui na cidade e certamente não teríamos
a qualidade de vida aqui sem elas. Mas até que ponto podemos concordar
com rejeitos a céu aberto, liberação de gases e até mesmo de uma cheiro
insuportável nos arredores da cidade, que atingem toda a população.
Hoje é comum crianças com doenças respiratórias, alergias e tudo mais.
Cada vez mais, nós, adultos percebemos e simplesmente pensamos: ``Daqui a
pouco esse cheiro passa. Vamos ficar dentro de casa e fechar as portas e
janelas``. Espera aí. Estou me trancafiando dentro de casa porque no
quintal há um cheiro que eu não sei de onde vem, se é prejudicial ou não
e, o pior de tudo, não sei se vai acabar. Acredito que é meu direito de
cidadão propor uma investigação e levá-la até onde for necessário para
exigir nossos direitos. Acredito no futuro da sociedade, que a corrupção
um dia acabe e que Catalão seja considerada a melhor cidade do interior
de Goiás, mas para isso, deve existir uma cidade limpa e bonita, sem
nada escondido.
A
única coisa que peço é que esta ideia seja vinculada aos seus canais de
comunicação, para que a população tome ciência do que está acontecendo e
que juntos, nossa voz será ouvida de mais longe e certamente alguma
atitude será tomada.
Desde já agradeço pela atenção,
Bruno Rodrigues de Oliveiraquinta-feira, 10 de maio de 2012
Amigos.
Daqui por diante estarei inaugurando uma nova fase no NOSSOCATALAO.
A história é um processo incesante, ela acontece a todo momento, independente de quem sejam as personagens e a que grupos sociais pertençam edo nível de repercussão que este ou aquele evento apresenta. A história é feita por todos e, em tudo, há siginificados históricos: uma construção que dá lugar a outra mais moderna; um logradouro que ganha nova formatação; um evento que, de alguma forma, alterou o cotidiano da comunidade; uma morte; um acidente; um crime; um protesto; um movimento reivindicatório; uma inauguração; etc. A fotografia é, fundamentalmente, um documento histórico, mesmo que ela tenha sido originada para outras finalidades, ela contém o passado, mesmo que ele tenha ocorrido há poucos minutos. Assim, passarei a publicar, também, fotografias mais recentes de nossa cidade numa tentativa de mostrar que o conjunto urbano se altera e é alterado sem parar, agregando novos contornos ao seu edifíco histórico.
Briga de casal
Uma vista parcial da Av. 20 de Agosto por volta dsa 15 horas, de um dia qualquer, em 2010. Chama a atenção a poluição visual, a qual deveria merecer uma atenção mais incisiva por parte das autoridades a exemplo do que já ocorre em várias cidades, principalmente, São Paulo. Um detalhe interessante: alheio ao que se desenrola à sua volta, o casal ao fundo protagonizava uma discussão.
Santo Pane
Hélio Martins, Leonardo Lemos com João Pedro no colo, Sylvim Netto, Márcio Abrão, Prof. Fued, Carlos Duarte e Evaristo Fonseca no dia da inauguração da loja da Santo Pane na Av. Ricardo Paranhos.
Ícones
Imagem interessante que mostra na mesma tomada 3 ícones da existência de Catalão: o coreto, o Edifício Nasr Faiad e o Morro de São João. Cada um deles é, na nomenclatura da ciência História, local de memória. Lar, lazer, cultura, sociabilidade, religião: elementos presentes na vida da cidade desde há muito e que têm merecido a atenção dos historiadores pois que formam um composto muito rico de informações, de indícios capazes de fornecer um entendimento sobre o funcionamento e desenvolvimento de uma sociedade.
Acidentes
As duas fotografias acima registram 2 flagrantes típicos do aumento da frota automobilística da cidade, aliados à imprudência dos condutores. As dua fotografias são de 2010. Na primeira, o acidente ocorreu no sinaleiro situado na Av. Cristiano Aires com Rua Nassim Agel. Na segunda, o acidente ocorreu na esquina da Av. José Marcelino com Rua Major Paulino. O Pálio seguia pela Major Paulino no sentido da antiga rodoviária e o Corsa na José Marcelino no sentido do centro. Ao cruzar pela rotatória, o Pálio foi abalroado na traseira, o que depõe contra o Corsa. Na primeira fotografia, de acordo com os populares que testemunharam o acidente, o condutor da Saveiro estaria embriagado e não conseguiu parar com o sinal fechado. De todo modo, houve apenas danos materiais em ambos os casos.
Festinha pra galerinha
Galerinha festejando. Entre os presentes reconheço Mário Netto, os gêmeos Rodrigo e Ricardo Netto e Cláudio Henrique Chini.
Palhaços
CláudioHenrique Chini e Mário Ribeiro Netto. Cláudio mora no Rio de Janeiro e Mário em São Paulo. fotografia da década de 1980 porocasião de desfile de 20 de Agosto.
Então foi Natal
Nas escadarias da parte antiga do Col. Mãe de Deus, os pequeninos em uma encenação do Natal. Esta fotografia nos remete ao final da década de 1970.
Núcleo de Anjinhos
Os anjinhos do Núcleo Educativo. Um detalhe engraçado: é a idade da troca da dentição e muitas crianças estão com o sorriso "esburacado". Passados de 25 a 30 anos desta fotografia, vários são os profissionais liberais que atuam em Catalão e espalhados pelo Brasil.
Lourdes e Felicidade
As irmãs Lourdes e Felicidade, filhas de Lourival Álvares de Campos e Felicidade Netto de Campos. Irmãs de Maria das Dores Campos, a D. Mariazinha, Lourdes e Felicidade e o irmão Prof. Chiquinho, são os remanescentes da prole de Lorival e Felicidade que permaneceram morando em Catalão.
Mariarte
Quebrando uma tradição que durou mais de um século, um grupo de mulheres fundou o Mariarte, terno de congo formado só por mulheres e que passou a fazer parte da cena folclórica de Catalão, durante as festividades de Nossa. Senhora do Rosário.
Comercial
Rogério Mesquita e Elder, no gramado do Genervino, quando defendiam as cores do Comercial, então, disputando a segunda divisão do Campeonato Goiano, sob o patrocínio da Rey Bom, loja de móveis e eletrodomésticos que funcionava no bairro São João.
Deputado Estadual
Comitê do candidato a Deputado Estadual Eurípedes Pereira, o "Oripão de 3 Ranchos", em 1994. Ele elegeu-se deputado e, na próxima eleições municipais ele viria a se eleger Prefeito de Catalão. Antes de cumprir o mandato, foi brutalmente assassinado na porta de sua residência, na Vila Margon.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Colégio Mãe de Deus
As fotografias a seguir retratam o Colégio Mãe de Deus em 3 épocas distintas. Elas foram extraídas do livro "História que se torna vida" de autoria de Maria da Glória Rosa Sampaio e Eriziane de Moura Silva Rosa.
Educadoras
Maria Lúcia, Tereza Margon, Neura Rocha, Marli Tavares, Conceição Netto e Ruth Salviano. Personagens ligadas à educação em Catalão.
Casamento em família
José Netto Carneiro e Maria Luiza Estrella Netto realizaram os casamentos das 3 filhas do casal em junho de 1920. Os casais, da esquerda pra direita: Diógenes Sampaio e Auristela, Edgar Gonçalves e Maria e Azamor Netto Carneiro e Lindóya. Azamor e Lindóya trouxeram ao mundo Jales, Jairo e José Augusto. José Augusto é proprietário do Hotel Lindóya, cujo nome é uma homenagem à sua mãe. A cerimônia conjunta foi realizada na fazenda da família.
Banco do Estado
Esoli Carísio, José Tomás (Zé tomate), José Paulo e omenino João Ferreira. Fotografia clicada na escada do Praça Getúlio Vargas, em frente ao Banco do Estado de Goiás, hoje Itaú.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Baile das Mães
Baile em Homenagem às Mães, no CRAC no final da década de 1970. Alberto Frederico Campos e Mércia Netto da Paixão.
Carnaval no CRAC
Carnaval no CRAC na década de 1970. Cláudia Campos Marot, Miriam Salviano, Amélia,
Mércia e atrás, Roberto Paschoal, o Betonça.
Mércia e atrás, Roberto Paschoal, o Betonça.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Bar das vitaminas
Vista da Rua Juca Cândido, a rua estreita. Ao fundo, à esquerda, Imóvel que pertenceu a Dona Diva que fora proprietária do Cine Guarany. Ali, por muito tempo, funcionou o Bar das Vitaminas. À época desta fotografia ela já funcionava. No olocal onde hoje está o banco Itaú, nesta época funcionava a Discauto - Dist. Catalana de Automóveis - concessionária Volkswagen. Observem o luminoso acima da Kombi estacionada. À esquerda, a casa do Dr. Lamartine que até hoje conserva sua arquitetura..
Dina Pepe
Figura folclórica da cena urbana de Catalão: Dina Pepe. Ela era comumente vista nas imediações do Bar do Abi, na Av. José Marcelino.
Profª Rosentina
Prof. Rosentina de Sant'Anna, a Dona Yaiá que aparece no centro da imagem ladeada por seus alunos do Externato Santana.
Professores
Prof. João Martins Teixeira e Prof. João Margon com Dudu Paschoal, Antônio Simão, Paulo Abrão, Humberto Margon, Cesar da Art Festas (atrás do Paulo Abrão). Os demais...
Esta fotografia, dos anos 1960, foi clicada na Praça Getúlio Vargas, emfrente ao Empório Goiás.
Esta fotografia, dos anos 1960, foi clicada na Praça Getúlio Vargas, emfrente ao Empório Goiás.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Boa pesca
Que bela pescaria. Centenas de quilos de peixe (pintados em sua maioria). Marcos (sentado no parachoque da Kombi), Wilson Oedenkoven (sem camisa). Hoje, uma cena dessa é, praticamente impossível em função da fiscalização da polícia florestal. Esta fotografia é de 1981.
Desfile
Desfile estudantil do Colégio Mãe de Deus na descida da Rua Dr. William Faiad, abaixo da Av. 20 de Agosto.
Charuto
Os encontros festivos da colônia árabe sempre são marcados pela fartura. Na imagem acima, acredito ter sido clicada na residência do comerciante árabe Nicolau Abrão, que aparece na cebeceira da mesa. Estão presentes: Nadima Safatle, Maria Paschoal, Moisés Salomão, Calixto Isaac, entre outros. Em primeiro plano uma travessa repleta de "mafufo" ou charuto que, além de folhas de couve e repolho é feito com folhas de uva.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Debutantes
As debutantes Ana Maria Guimarães, Kenia Damião, Soraia André, Cleide Pires, Débora, Íris Rosa, Tânia Tartuci e Beatriz Fayad com a madrinha Mariinha Braga Paschoal.
Aniversário
Fatinha e Thóia, Márcinho Abrão, Jorge Elias, Marion e Maria Helena, Miguel Dayub e sei filho Vitor (atrás),
Wanda e Wilson Faiad em festa infantil no salãode festas do Col. Anchieta.
Wanda e Wilson Faiad em festa infantil no salãode festas do Col. Anchieta.
terça-feira, 17 de abril de 2012
Da. Maria Abadia Coelho de Mesquita
Na primeira fotografia Dona Maria Abadia Coelho de Mesquita lavando roupa no riacho do Pasto do Pedrinho. Dona Maria é mãe de Eva (nora do Cândido Carteiro, esposa do filho Ângelo Antônio) e que aparece na segunda fotografia com 7 de seus irmãos e com sua mãe, Da. Maria Abadia. No colo de Da. Maria está Laerte e da esquerda p direita, Geraldo, Augustinho, Artur, Evita, Eva, Antônio e Guimarães. Ainda não havia nascido João. Dos 9 filhos apenas 4 estão vivos, João, Laerte, Geraldo e Eva.
Fábrica de bloquetes
Esta fotografia já foi publicada. Todavia, tendo recebido novas informações sobre quem são estas pessoas, eu a republico.Nela estão da esquerda p direita Manoel, Nestor, Onofre Francisco,
Antônio Rita(Rei da irmandade Nossa Senhora do Rosário), Laurentino,
Jesus, Aníbal, Onofre, Antônio, Sinvaldo, Negão,?, Ângelo Antônio (filho
de Seu Cândido Carteiro) e Homero.A foto é em frente à fábrica de bloquetes do então Prefeito Paulo Humel. Segundo relatos de Ângelo Antônio, foi uma época muito difícil,
trabalhavam muito e passavam até 7 meses sem receber da Prefeitura. De todos da foto, apenas Jesus, Onofre, Negão e Ângelo estão vivos.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Correio
Este é Candido Antônio de Oliveira, conhecido por Cândido Carteiro. De acordo com informações fornecedias pelo neto Fausto, Cândido Carteiro fora o primeiro carteiro em Catalão tendo atuado num período de aproximadamente 40 anos, entre 1930 e 1970. Na primeira fotografia, de 1966, ele aparece de uniforme de trabalho com os netos José Angelo (falecido), Beto e Cidinha, ambosfilhos de Ângelo Antônio. De acordo com Fausto, ele foi um dos primeiros moradores da localidade conhecida como Rua da Grota, cuja residência, por ele construída na década de 1950 e onde mora seu filho Antônio Cândido. No dia 13 de maio próximo, Cândido Carteiro completaria 100 anos.
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