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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Catalão - Rio de Janeiro

Estudantes catalanos que moravam no Rio de Janeiro na década de 1970: José Maurício, José Silvio, Roberto Paschoal, Bernardina Gomides e Florindo Gomides Braga. Atrás o Turbo Real, ônibus da Real Expresso que fazia a ligação São Paulo-Uberlândia. Havia uma empresa que fazia o percurso Uberlândia-Rio de Janeiro, a Normandy. Todavia, quando não havia passagens disponíveis, pegava-se o Real para São Paulo e de lá, pegavam a Viação Cometa que disponibilizava ônibus de hora em hora para a cidade maravilhosa.

Carnaval CRACbeleza

As primas Mércia Netto da Paixão e Maria Mônica Netto Oliveira no Carnaval do CRAC em 1978

Despedida

Na década de 1970 Levi Pereira Martins, filho de Cassiano Martins e Áurea Pereira Martins, passou uma temporada no Canadá na condição de Exchange Student. De acordo com José Silvio Paschoal as duas fotografias acima registram a festa de despedida de Levi, ocorrida na Usina Martins, onde Levi morava com a família. Estãopresentes: José Antônio de Paula (hoje compadre de Levi), as irmãs Belisa, Bernadete e Bernardina Gomides, Ricardo Margon, Juarez de Melo, Eduardo Tartuci, Elias Safatle Jr., José Sebba filho, Bebeto Netto da Paixão, Anita Gomides Braga, Kléber Garcez e outros

terça-feira, 21 de agosto de 2012

20 de Agosto de 2012

20 de agosto de 2012. Catalão completa 153 anos de emancipação política. Como tem acontecido nos últimos anos, a Associação Estradeiros do Bem é convidada a participar do desfile em comemoração a data. As fotografias a seguir registra a nossa participação e aproveitamos para desejar...





O Casarão

Domingo, 19 de agosto de 2012, participei da comemoração de mais um aniversário do amigo Beto Xibiu, na propriedade rural da família. Como dito em outra oportunidade, a propriedade pertenceu a Olegário Martins, pai do professor João Martins que, aliás, nasceu ali. O casarão que existe até hoje data do início do século XX e guarda a arquitetura original. Mais uma vez, aproveitei para praticar minhas quase habilidades de fotógrafo o que gerou a sequência de fotografias a seguir.








terça-feira, 14 de agosto de 2012

Um achado

As fotografias a seguir são marcadas por um fato interessante. Elas foram obtidas a partir de negativos que permaneceram perdidos em meio a uma montanha de quinquilharias por, pelo menos, nos últimos 50 anos, motivo pelo qual as imagens não são das melhores. De qualquer forma é possível notar que se trata de uma "farra" regada a muito choppe e, entre os farristas, é possível identificar Wisner Tartuci, Jarbas Rabelo e Polastrino. Se entre os seguidores do NOSSOCATALAO houver quem identifique mais alguém peço o favor de deixar um comentário. Vejam as fotos e observem que a turma está, literalmente, encharcada de choppe. Os negativos pertencem a Wisner Tartuci e as fotografias me foram cedidas pelo Zé Maurício.













quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Passeio

A sequência de fotografias a seguir é um passeio urbanístico por Catalão em um período que vai de meados do século passado até os primeiros anos deste século. É uma oportunidade de observar o que mudou, o que foi preservado na cena urbana de Catalão.
Hotel Matriz, que já foi Pensão Esperança e Mara Hotel. Situa-se na Praça D. Emanuel, a praça da Velha Matriz.  A construção ainda existe e guarda muito de suas características originais

 Neste casarão morou Mário Nicoletti, um dos irmãos proprietários da Panificadora São José. Situa-se na esquina da Av. 20 de Agosto com Ricardo Paranhos

 A casa da Mariazinha. Uma das relíquias urbanas de Catalão, desde sua construção até os dias de hoje, ela guarda suas linhas arquitetônicas originais, fica na Av. 20 de Agosto próxima à Delegacia de Polícia.
 O Prédio do Alvim. Embora sua arquitetura se mantém, alguma modificações foram realizadas por seus proprietários atuais. Erguido por Álvaro de Mendonça Netto, ali funcionou a Imobiliária Mendonça Netto, empreendimento que se dedicava ao ramo da construção civil, no final dos anos 1950, início dos 60. Pelo lado esquerdo faz divisa com a residência que pertenceu ao casal Jerònimo Vaz / Matilde Margon Vaz, pais do ex-prefeito Haley Margon. Com a imagem ampliada é possível ver uma das cadeiras que ficavam no alpendre da casa e que servia às frequentes visitas que o casal recebia. Uma obra de arte ainda resiste à ação do tempo: trata-se de uma gravura do Morro de São João, montada em azulejos e fixados no alto do prédio. A obra de arte, salvo engano, é de autoria de artista europeu.

 Esta casa pertenceu à familia de Nilson Ribeiro, filho de Totõe Ribeiro. Hoje pertence ao imigrante árabe Philippe Damech, o mais velho imigrante com vida morando em Catalão. A perte da frente da casa foi toda transformada em pontos comerciais. Fica na esquina da Rua Egerineu Teixeira e Av. 20 de Agosto (esquina da Caixa).
 A casa de Frederico Campos onde, depois, veio morar o escritor e ferroviário, Cornélio Ramos.
 O Cine Teatro Real com suas linhas originais. Hoje, transformado em ponto comercial, tem a fachada escondida por painel de identificação da loja. Na fotografia nota-se do lado esquerdo a fachada da Boite 88, que funcionou no final dos anos 1990.

Esse Casarão, na Rua Nassin Agel com Cristiano Aires pertence a familia de João Lucas  Antigamente ali era o armazem (venda) de Rodolfo Lucas e  João Lucas. Fica na esquina da Rua Nassim Agel com Av.Crsitiano Aires.

Ipê

Fotografia clicada nas esquina das ruas Dr. Pedro Ludovico e Dr. William Faiad e mostra um Ipê emplena florada na rampa do Hospital Nasr Faiad. Observem que a Estação Ferroviária já havia sido transformada no Museo o que indica que a imagem é deste século.

Festa na roça


Vista aérea do Terminal da Copebrás. Situado na localidade conhecida por Fazenda Ouvidor dod Cláudios, o terminal da Copebrás faz parte de um complexo industrial que se iniciou na década de 1970 com o nome de Fosfago cujas primeiras instalações situavam na região conhecida por Chapadão, da qual faziam parte a fazenda Macaúba, Coruja, Córrego Fundo. O terminal, designação dada em função do aproveitamento da linha férrea para escoamento da produção, é limítrofe com propriedade rural da família de Antônio Horácio, conhecido por Totõe Horácio e ali era realizada tradicional festa numa época em que a iluminação era à base de lampiões de gás e os músicos se concentravam no centro do rancho, sem aparelhagem de som e o leiloeiro cumpria seu ofício desfilando com a prenda por entre os presentes. Na primeira fotografia no canto superior direito é possível ver uma construção. Ali morava Joaquim Festim, conhecido na região por ser o leiloeiro das festas que eram realizadas na redondeza.

Morro de São João


O Morro de São João, Morro da Saudade, morro de muitas estórias, lendas... Apesar da ação do tempo e do vandalismo, a igreja se mantém. Eu, particularmente, sou favorável que se retire tudo que há no alto do morro deixando somente a igreja, as cruzes e o túmulo de Ricardo Paranhos; impedir o acesso de veículos; retirar o asfalto e aterrar o leito da via pública.

Av. Raulina


A avenida Raulina sob dois pontos de vista e em uma época em que ainda reinava, vamos dizer assim, a calmaria, principalmente, no trânsito. Era uma época em que o "boom" econômico ainda não havia chegado com toda sua força e, portanto, a cidade seguia sua sina interiorana, apesar de já existirem focos de desenvolvimento e diversificação da economia como era o caso das mineradoras e do agronegócio. O comércio e a prestação de serviços acompanhavam os rumos que o capital ia traçando. Estas imagens são da década de 1990.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

São João no Col. Mãe de Deus


Quadrilha junina no colégio Mãe de Deus em meados da década de 1970. Da esquerda pra direita: Maria Célia Pereira, Taís Barreto (Mara Turismo), Maria Célia Félix, Adélio Jr., Magnólia e Albertinho. Professoras: Marly Tavares, Lurdinha e Laíla.

Filhos de Nhozico

Fotografia de abril de 1982 e, de acordo com informações, foi clicada em Brasília em alguma comemoração. De braços cruzados, Mauro Netto; ao seu lado os irmãos José Silvio e Júlio Antônio Paschoal. Depois Arnaldo Netto. De terno claro, de costas, Silvio Netto de Campos. Silvio, assim como Arnaldo são irmãos e, juntamente com Maria Lícia, que não aprece na fotografia, são os únicos filhos vivos do casal Mário de Cerqueira Netto (Nhozico) e Juvenília. Silvio reside em São Paulo e Aranaldo e Maria Lícia em Catalão. ao lado de Silvio outro irmão, Tarcísio.

Aguiar de Paula

Rua Leopoldo de Bulhões tendo ao fundo o Edifício Aguiar de Paula ainda em construção. À direita a Caravan de Henrique Oedenkoven. Essa mesma Caravan ainda pertence a Henrique e pode ser vista na garagem de sua residência.

Câmara de Vereadores

Câmara de Vereadores de Catalão em 1959, ano do centenário da cidade. Da esquerda pra direita e de cima para baixo: Antônio, Onofre Matias, Geraldo Gentil Aires, Clarimundo Guilho, Geraldo Rocha, José Teodoro, Wander Pereira, Carlindo Gonçalves, João Paranhos, Afonso Carísio, Alcides Silva Pereira, Paulo Hummel, Nilo Margon, Zequinha da Miúda e Anísio Rosa.

Grupo Escolar 29 de Outubro

Grupo Escolar 29 de Outubro e a turma que, então, concluíra o ciclo primário. Entre os alunos estão Carlos Ribeiro, Erasto dourado, Jackson Abrão (TV Anhanguera), José Netto, Umberto Rodovalho, Javaé, Wilma Barbosa, Nice, Selma Ribeiro, Lilian Nascimento, Prof. Reilda, Deusalina, Maria da Luz, a diretora Maria Gomes (filha de Pio Gomes, à esquerda), entre outros. O Grupo Escolar 29 de Outubro, em seus primórdios, funcionava em local onde fora erguido o Mercado Municipal. Depois recebeu o  nome de Grupo Escolar Rita Paranhos Bretas.

Carnaval no CRAC

O sempre lembrado, com muita saudade, Carnaval do CRAC. Aqui o bloco das lindas garotas Gorete Rocha, Mércia Netto, Vaneli Ferreira, Cristina, Aidé Evengelista, Beatriz e Heloísa Teodoro, Rita e Marise Mesquita. Fotografia de meados da década de 1970.

SENAC

Time do SENAC que contava em seu elenco com Chico Margon, Totó Sebba, Dimas Gomes Pires, Jair, Edinho Madruga, Pedro Goulart, José Tavares, Vicente da Diva, entre outros. O gramado do Genervino tendo ao fundo a quadra de esportes e mais ao fundo o prédio do Alvim. O significado da sigla SENAC, que não tem nada a ver com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial, eu desconheço. Se alguém souber, por favor deixe um comentário.

Futebol

Sérgio Salomão, conhecido no meio futebolístico como Mané Grosso, irmão do campeão goiano de 1967, Silvio Salomão e o goleiro Waltinho (Posto Jóia) integravam uma das equipes de futebol amador de Catalão. O gramado do Genervino da Fonseca, desde sua construção, passou a ser o palco de célebres partidas marcadas por uma rivalidade que foi-se desfazendo na medida em que o CRAC passou a representar a cidade nos torneios estaduais.